- A Marinha dos Estados Unidos tem recusado quase diariamente pedidos da indústria de transporte para escoltas militares pelo Estreito de Hormuz desde o início da guerra com o Irã, alegando alto risco de ataques.
- As avaliações da marinha indicam continuidade da interrupção nas exportações de petróleo do Oriente Médio, autointitulando uma diferença em relação às declarações do presidente Donald Trump, que defendia escoltas sempre que necessário.
- O tráfego pelo estreito praticamente parou desde o início do conflito, o que já impacta cerca de um quinto do fornecimento mundial de petróleo e elevou os preços globais.
- Um oficial sênior das Forças Revolucionárias do Irã disse que o estreito está fechado e que haverá fogo contra qualquer navio que tente passar.
- A Marinha dos Estados Unidos realiza briefings regulares com a indústria de navegação e óleo, mas afirmou que, por ora, não pode oferecer escoltas até que o risco de ataque seja reduzido.
A Marinha dos EUA informou que não poderá oferecer escoltas militares próximas e quase diárias aos navios que cruzam o estreito de Hormuz, desde o início da guerra contra o Irã. O motivo é o alto risco de ataques enquanto persiste o conflito regional.
Segundo fontes familiarizadas com o tema, avaliações da Marinha indicam continuidade de interrupção nas exportações de petróleo da região e divergência em relação a declarações de autoridades norte-americanas sobre escoltas sob demanda.
As informações corroboram relatos de que o tráfego pelo estreito foi quase paralisado desde o início do conflito entre EUA e Israel contra o Irã, afetando cerca de 20% do petróleo mundial e elevando os preços internacionais.
Um alto funcionário da Guarda Revolucionária do Irã afirmou que o estreito está fechado e que qualquer navio que tentar passar receberia fogo, conforme veículos de imprensa iranianos na semana passada. Já alguns navios foram atingidos.
A Marinha dos EUA permanece mantendo briefings regulares com representantes da indústria de navegação e de petróleo, mas, de acordo com três fontes, não há possibilidade de escoltas no momento. As informações são confidenciais por sensibilidade do tema.
A imprensa não obteve resposta imediata do Pentágono sobre o assunto. O material foi apurado por jornalistas que destacaram que a posição nava l não mudou na recente sessão de briefing, reiterando que as escoltas dependerão da redução do risco de ataque.
Fontes: apuração de repórteres de agências internacionais, com informações de autoridades americanas e iranianas sobre o estado atual do tráfego no estreito de Hormuz.
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