- A Guarda Revolucionária Iraniana disse estar preparada para uma guerra prolongada e afirmou que usará novas armas estratégicas, sem detalhar quais.
- O exército israelense lançou uma ampla ofensiva aérea contra Beirute, o sul do Líbano e Teerã.
- Arabia Saudita, Qatar, Barém e Kuwait informaram ter interceptado mísseis em seus espaços aéreos nas últimas horas.
- Os Estados Unidos afirmaram ter destruído um navio porta-drones iraniano.
- O presidente espanhol Pedro Sánchez disse ter enviado solidariedade a Qatar e Omã e pediu fim das escaladas, reiterando apoio humanitário aos deslocados.
La Guardia Revolucionaria de Irã afirmou, na sexta-feira, estar preparada para uma guerra prolongada e disse que utilizará novas armas estratégicas em operações futuras, sem detalhar quais. O comunicado foi veiculado pela televisão local, citando o porta-voz Ali Mohammad Naeini. Ainda segundo a agência oficial, as ofensivas até agora teriam utilizado apenas uma fração das capacidades iranianas.
Na mesma madrugada, o Exército de Israel lançou uma ampla onda de ataques aéreos contra os subúrbios de Beirute e o sul do Líbano, além de Teerã. Países vizinhos relataram interceptações de mísseis nos seus espaços aéreos, segundo autoridades locais. O objetivo não foi informado de forma oficial, mas os ataques parecem buscar pressionar atores regionais próximos a Irã.
EUA revelaram que destruíram um navio porta-drones iraniano, segundo fontes norte-americanas. O episódio ocorre em meio a uma escalada regional após as ações de Israel e dos EUA, iniciadas no fim de semana, em resposta a ataques atribuídos a Irã e seus apoiadores.
Desdobramentos regionais e respostas diplomáticas
Arabia Saudita, Qatar, Kuwait e Bahrein reportaram ataques iranianos contra seus territórios nas últimas horas, ampliando a tensão na região. Observadores destacam que as ações iranianas ocorrem em retaliação a ações de Israel e EUA em território iraniano e arredores.
Reações políticas e apoio humanitário
O presidente da Espanha, Pedro Sánchez, manteve contato com o sultão de Omã e com o emir do Qatar para comunicar solidariedade frente aos ataques. O chefe de Governo também se informou sobre a situação em Líbano e sobre a resposta humanitária ao deslocamento de pessoas. As conversas aconteceram após contatos anteriores com o líder libanês, em meio a relatos de grandes deslocamentos internos.
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