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Águas do Sri Lanka sob vigilância após naufrágio de navio iraniano

Águas da Sri Lanka sob vigilância após o afundamento de fragata iraniana, com busca de sobreviventes e monitoramento de possível derramamento de óleo

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  • No dia quatro de março, um contratorpedeiro da Marinha iraniana afundou a cerca de quarenta a cinquenta milhas náuticas ao sul de Galle, Sri Lanka, durante o retorno de um exercício naval.
  • Pelo menos sessenta selaram ao navio foram resgatados, enquanto dezenas de corpos foram encontrados próximo à embarcação; a Marinha do Sri Lanka informou que cento e cinquenta vítimas estavam a bordo inicialmente.
  • Segundo o secretário de Defesa dos Estados Unidos, um submarino americano afundou o navio iraniano em águas internacionais, classificando como o primeiro afundamento de um navio inimigo por um submarino norte-americano desde a Segunda Guerra Mundial.
  • Não houve detecção de derramamento de óleo até o momento; autoridades ambientais locais monitoram a área com atenção, pronto para atuação rápida se houver contaminação.
  • Autoridades de Sri Lanka examinam possíveis danos ambientais e discutem eventual compensação, com base em experiências anteriores envolvendo incidentes marítimos na região.

O naufrágio de um destróide iraniano ocorreu a cerca de 40 a 50 milhas náuticas ao sul de Galle, Sri Lanka, em 4 de março. O avisamento foi feito durante a viagem de retorno do International Fleet Review 2026, em Visakhapatnam, na Índia. Havia cerca de 180 tripulantes a bordo.

Segundo a Marinha do Sri Lanka, o navio IRIS Dena enviou sinal de socorro antes de afundar. A embarcação fazia parte da frota sul do Irã e participava de exercícios marítimos quando ocorreu o incidente. A navegação na área é estratégica para rotas oceânicas.

Registros do governo dos EUA indicam que uma substrutura submarina norte-americana afundou o navio em águas internacionais, em função de um ataque. A informação foi confirmada pelo secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, em declaração pública.

Na operação de resgate, a Marinha de Sri Lanka informou ter retirado 32 pessoas com vida. Ao chegar ao local, houve relatos de corpos flutuando próximo à embarcação, enquanto não havia ainda confirmação de vazamento de óleo.

Até o momento não houve detecção de derramamento de óleo, segundo autoridades de Colombo. Cerca de 90 corpos foram encaminhados para o Hospital Nacional de Galle para atendimento médico.

A Autoridade de Proteção Ambiental Marinha (MEPA) e o Departamento de Conservação Costeira monitoram a possibilidade de poluição marinha. As autoridades já consideram ações rápidas caso haja vazamento de óleo.

Especialistas locais destacam lições de incidentes anteriores, incluindo acidentes com navios-tanque que deixaram danos ambientais. Técnicos pedem avaliação imediata de riscos e medidas preventivas, caso haja contaminação.

Especialistas legais citados pela imprensa destacam a possibilidade de responsabilização diplomática e, se houver danos ambientais, a viabilidade de pleitos internacionais por responsabilidade. A situação exige avaliação cuidadosa das causas e das consequências.

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