- EUA concedem isenção de 30 dias para refinarias indianas comprarem petróleo russo, medida apresentada como resposta à crise energética; autoridades dizem que benefício é limitado.
- Forças israelenses dizem estar atingindo infraestrutura da Hezbollah nos subúrbios sul de Beirute; evacuações forçadas atingem cerca de 500 mil pessoas.
- Conflito regional se amplia, com impactos em várias nações da região; Libano registra mortes e feridos desde o início da escalada.
- Reino Unido não descartou participação em ataques ao Irã; Canadá relata discussões entre aliados sobre defender Estados do Golfo.
- Presidente ucraniano Volodymyr Zelensky afirma ter recebido pedido dos EUA por apoio específico para enfrentar drones Shahed, com envio de especialistas.
O governo dos Estados Unidos concedeu uma isenção de 30 dias para permitir que refinarias indianas comprem petróleo russo, em meio a temores de volatilidade energética. A medida foi anunciada pelo secretário do Tesouro, Scott Bessent, como resposta a pressões do mercado e à escalada no Oriente Médio.
Ao mesmo tempo, o Exército de Israel informou que está atingindo infraestrutura do Hezbollah nos subúrbios sulistas de Beirute, no Líbano. As autoridades de saúde libanesas registraram dezenas de mortos e centenas de feridos desde o início da escalada, provocando evacuações em massa.
Essa virada ocorre em meio a pedidos internacionais para evitar uma ampliação do conflito na região. Observadores destacam que a decisão americana visa evitar interrupções ao fornecimento de energia global, ainda que com custos políticos elevados.
Os EUA destacaram que a isenção é transitória e não beneficiará amplamente o governo russo, pois envolve petróleo já em alto-mar. A medida foi apresentada como resposta a uma suposta tentativa iraniana de “segurar” o mercado global de energia.
Paralelamente, o conflito envolve reactivações diplomáticas: autoridades de várias nações acompanham o desenrolar, com apelos para contenção e cessar-fogo. O cenário permanece tenso, sem anúncio de conclusão imediata.
Na prática, a onda de ataques afeta várias frentes regionais, com incidentes entre forças locais e grupos armados, além de mobilizações militares em curso. As avaliações apontam para risco de novos desdobramentos nas próximas horas.
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