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EUA podem não derrubar todo o arsenal de drones iranianos, dizem autoridades

Oficiais militares afirmam que os EUA podem não derrubar toda a barragem de drones iranianos, concentrando ações em destruir sites de lançamento

Gen Dan Caine at a press briefing at the Pentagon on 2 March in Washington.
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  • Autoridades militares disseram em briefing a portas fechadas que os EUA podem não derrubar todos os drones iranianos usados em ataques retaliatórios a instalações e ativos militares americanos.
  • O Irã tem lançado milhares de drones de ataque de uso único, com capacidade de derrubar a maior parte, mas não tudo.
  • O foco dos EUA é destruir rapidamente os locais de lançamento dos drones e de mísseis convencionais.
  • Oficiais e democratas expressaram preocupação com o consumo acelerado de interceptores, embora haja confiança em os estoques disponíveis.
  • O custo do combate tem sido alto, chegando a cerca de US$ 2 bilhões por dia nos primeiros dias e caindo para aproximadamente US$ 1 bilhão, com expectativa de redução.

O que aconteceu: oficiais militares de alto escalão informaram a lawmakers em reunião fechada que podem não conseguir derrubar todas as drones iranianas lançadas contra instalações e ativos militares dos EUA em retaliação. A declaração ocorreu durante uma briefing confidencial na Capitol Hill.

Quem está envolvido: liderados pelo presidente do Estado-Maior Conjunto, General Dan Caine, os oficiais destacaram que o Irã tem utilizado milhares de drones de ataque “one-way” para pressionar o sistema de defesa dos EUA. O objetivo é interromper o avanço das defesas inimigas e medir a resposta americana.

Quando e onde: o argumento foi apresentado aos legisladores em uma sessão a portas fechadas na terça-feira, em Washington, no Congresso dos EUA. As informações são de pessoas com conhecimento do tema, que falaram sob condição de anonimato.

Por quê: segundo os militares, embora haja capacidade de neutralizar a maioria das ameaças, não é possível garantir a erradicação completa do barragem de drones, o que levou a uma prioridade: destruir rapidamente os locais de lançamento e os mísseis convencionais usados pelo Irã.

Capacidade de defesa e custos

A estratégia iraniana, apontam as autoridades, envolve drones Shahed de baixo custo e autonomia limitada, que conseguem voar baixo e devagar para escapar de defesas convencionais. Ainda assim, administradores destacam que diversas medidas têm reduzido o sucesso das incursões.

Embora o debate seja centrado na disponibilidade de interceptores, democratas apontam preocupações sobre o consumo acelerado de recursos defensivos para enfrentar mísseis balísticos. Em resposta, Caine afirmou que existem estoques suficientes de munições de precisão para atender às necessidades operacionais, sem detalhar números.

Os custos da elevada atividade de disparo também foram mencionados. Nos dias iniciais do conflito, estimou-se gasto de cerca de US$ 2 bilhões diários; esse valor caiu para aproximadamente US$ 1 bilhão por dia e deve diminuir com o tempo, conforme a campanha evolui.

Posição institucional e comentários

Um porta-voz da Casa Branca não respondeu de imediato aos pedidos de comentário. A assessoria do Estado-Maior Conjunto não comentou por questões de segurança de operações. Na segunda-feira, o ex-presidente publicou nas redes sociais que o país poderia sustentar o ritmo de fogo por tempo indeterminado, e mencionou limites de certos estoques.

Às véses seguintes, a porta-voz da gestão atual afirmou que os estoques de armas são suficientes para manter uma eventual ofensiva prolongada. Também ressaltou que a administração tem acesso a reservas estratégicas de armamentos.

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