- O exército israelense enviou forças adicionais ao sul do Líbano durante a noite para ocupar posições defensivas e proteger civis e pontos estratégicos de um possível ataque do Hezbollah.
- O porta-voz militar disse que as ações visam apenas a uma área limítrofe de forma defensiva, a fim de evitar ataques contra civis e locais importantes.
- O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, informou ter autorizado o avanço e o controle de novas posições no Líbano após o Hezbollah ter disparado rockets contra Israel no fim de semana.
- Os disparos aconteceram em resposta a ataques dos EUA e de Israel contra o Irã, ampliando as tensões na região.
- Forças israelenses ocupam cinco posições no sul do Líbano desde novembro de dois mil e vinte e quatro.
Em 3 de março de 2026, o Exército de Israel deslocou forças adicionais ao sul do Líbano para ocupar posições defensivas, com o objetivo de proteger civis israelenses e pontos estratégicos de um possível ataque do Hezbollah. A operação ocorreu durante a noite, em uma tendência de reforço da fronteira.
Segundo o tenente-coronel Nadav Shoshani, as forças estão na faixa limítrofe em caráter defensivo, para impedir ataques contra civis e locais de importância estratégica. A declaração foi feita em briefing online com jornalistas.
O ministro da Defesa, Israel Katz, afirmou ter autorizado o avanço após o Hezbollah ter lançado foguetes contra Israel no domingo, em reação a ataques dos EUA e de Israel contra o Irã. A medida amplia a presença militar na região.
Forças israelenses já ocupam cinco posições no sul do Líbano desde novembro de 2024, segundo autoridades locais. O governo israelense ressalta que as ações visam deter escaladas e proteger a segurança regional.
Contexto operacional
As tensões entre Israel e o Hezbollah têm sido influenciadas por ações envolvendo o Irã e respostas de potências regionais, com ataques e contramedidas reportados nos últimos dias. O foco das autoridades é evitar novas escaladas enquanto monitoram a situação.
Desdobramentos militares
Nenhuma informação oficial foi divulgada sobre prazos ou próximos passos da operação. Observadores acompanham o desenvolvimento na fronteira e as possíveis repercussões diplomáticas na região.
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