- O general Dan Caine disse que os objetivos militares dos Estados Unidos na
página central da área exige tempo e que ainda são prováveis novas baixas, com tarefas consideradas difíceis.
- A guerra aérea EUA-Israel contra o Irã se expandiu, com ataques que continuam sem prazo definido; Kuwait relatou defesa aérea ter abatido três caças F‑15E dos EUA durante o ataque iraniano.
- OItório dos EUA tem enviado tropas adicionais ao Oriente Médio, mesmo após grande acúmulo militar.
- O secretário de Defesa, Pete Hegseth, afirmou que as operações não devem levar a uma guerra sem fim, mirando destruir mísseis, a marinha e a infraestrutura de segurança de Teerã.
- Mesmo com os ataques, líderes islâmicos no Irã não sinalizam rendição; especialistas ressaltam que a superioridade aérea pode não ser suficiente e há relatos de civis mortos.
O chair da Joint Chiefs of Staff, General Dan Caine, afirmou que alcançar os objetivos militares dos EUA no Irã levará tempo e que novas baixas são esperadas. As ações entre EUA e Israel contra o Irã seguem a favor de ataques que já duram três dias.
A defesa dos EUA informou que defesas aéreas do Kuwait dispararam acidentalmente contra aeronaves americanas, abrindo fogo durante o ataque iraniano. O episódio elevou tensões na região e ampliou a pressão logística sobre as forças americanas no Oriente Médio.
Um quarto militar dos EUA morreu em decorrência de ferimentos causados pela operação, segundo as autoridades. As forças americanas também dizem ter interceptado centenas de mísseis balísticos destinados a EUA e aliados na região.
Comentários de autoridades
O secretário de Defesa, Pete Hegseth, disse durante a coletiva que as ações não levariam a uma guerra sem fim, embora reconhecesse que a operação não seria concluída da noite para o dia. O objetivo, segundo ele, é destruir infraestruturas de mísseis e de defesa iranianas.
Analistas ressaltam que, mesmo com ataques aéreos, não está claro se o poder aéreo americano e israelense conseguirá remover o alto comando iraniano. O Irã continua sob pressão, com relatos de mortes civis em alguns ataques.
A campanha, descrita como o maior teste de política externa dos EUA em décadas, começou após ações realizadas entre EUA e Israel. Observadores destacam a complexidade de se desmantelar redes de defesa iranianas sem presença terrestre.
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