- Três membros das forças americanas morreram em ação durante operações contra o Irã, segundo o Comando Central dos EUA; primeiras mortes confirmadas desde o início dos ataques no sábado.
- Outras cinco pessoas ficaram gravemente feridas como parte da operação Epic Fury; autoridades ainda não identificaram os três militares mortos.
- O presidente Donald Trump alertou que vidas de heróis podem ser perdidas e que há baixas em guerra.
- Israel e os Estados Unidos realizaram nova rodada de ataques pesados contra o Irã, no segundo dia da campanha para desestabilizar o governo iraniano.
- A ofensiva também atingiu outros alvos, incluindo a casa do ex-presidente Mahmoud Ahmadinejad; incidentes na região já provocam protestos nos EUA.
Três membros das forças americanas morreram em ação durante operações contra o Irã, segundo o Central Command dos EUA. O anúncio foi feito neste domingo, marcando as primeiras mortes verificadas desde o início dos ataques no sábado. Outras cinco pessoas ficaram gravemente feridas.
O comunicado afirma que as ações integram a chamada Operação Epic Fury. Não houve identificação pública dos três militares mortos até o momento. A ofensiva envolveu ataques liderados pelos EUA e por aliados na região.
O ataque ocorreu no contexto de ataques repetidos contra o Irã. Autoridades norte-americanas sinalizam que a escalada pode prosseguir, com promessas de resposta a eventuais retaliações, caso haja novas ameaças.
Detalhes das hostilidades e desdobramentos
Israel e os EUA executaram nova rodada de ataques contra alvos no Irã, ampliando o conflito que já envolve múltiplas frentes na região. A campanha eleva a percepção de um enfrentamento regional com desfecho incerto.
Paralelamente, o Irã informou que o número de vítimas de um ataque com mísseis a uma escola feminina no sul do país subiu para quase 150, destacando o impacto humano das ações em curso. A escola foi atingida no sábado pela manhã.
Reação pública e contexto político
Nos EUA, protestos anti-guerra ocorreram em cidades como Washington, em frente à Casa Branca, e em Nova York, com manifestações contra a participação militar no Oriente Médio. Organizações de oposição destacaram que o conflito representa risco para civis e pedem suspensão de novas ações.
O presidente norte-americano afirmou que os EUA poderiam responder com força sem precedentes se o Irã seguir adiante com retaliações. Autoridades locais indicaram que a situação permanece tensa e de alta incerteza.
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