- O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou em Truth Social que o líder supremo do Irã, Ali Khamenei, foi morto no início de uma operação de mudança de regime realizada por EUA e Israel, que começou no sábado com mísseis e ataques aéreos.
- Trump descreveu Khamenei como “uma das pessoas mais más da História” e disse que as forças iranianas poderiam buscar imunidade diante dos ataques, afirmando que o objetivo era a mudança de regime.
- O premier israelense, Benjamin Netanyahu, citou sinais de que Khamenei não estaria mais vivo, e autoridades israelenses teriam informado que o corpo dele foi recuperado.
- Fontes iranianas relataram dezenas de mortes e centenas de feridos nos ataques iniciais; o Corpo de Guardiões da Revolução (IRGC) ameaçou bases americanas e afirmou que a retaliação continua.
- O Comando Central dos EUA (CENTCOM) afirmou ter defendido com sucesso centenas de mísseis e drones iranianos, sem registro de vítimas americanas até o momento.
O jornal recebeu uma alegação de que o líder supremo do Irã, Ayatollah Ali Khamenei, foi morto em um ataque de mísseis. A afirmação partiu do presidente dos EUA, Donald Trump, em uma publicação na Truth Social. A mensagem afirma que o ataque faz parte de uma operação de mudança de regime.
Segundo o material, o início da ofensiva ocorreu no sábado, com uma sequência de ataques aéreos e lançamentos de mísseis. Trump afirma que o objetivo é a mudança de regime no Irã e que o governo iraniano não poderia evitar a vigilância dos serviços de inteligência dos EUA, em parceria com Israel.
A publicação também aponta que várias forças iranianas teriam supostamente perdido liderança importante, com referência a alertas de Netanyahu de que sinais de óbito eram positivos. O texto cita que imagens de satélite mostraram danos significativos ao complexo de Khamenei.
Reação e desdobramentos
Relatos de mídia israelense indicaram que moradores envolvidos em programas nucleares teriam sido atingidos. O Irã, segundo o material, afirmou que o lançamento de mísseis e drones contra bases norte-americanas e outros alvos continuaria, com resposta prevista.
Autoridades iranianas negaram imediatamente a confirmação de óbito de Khamenei, sugerindo que as informações circulavam como parte da crise. O Ministério das Relações Exteriores citou que o tempo de desfecho da ofensiva permanece incerto.
O Comando Central dos EUA informou ter conseguido defender bases e infraestruturas próprias, sem piora de baixas. Segundo fonte da administração, a decisão de atacar foi tomada diante da ameaça de mísseis de curto e médio alcance anunciada pelo Irã.
As informações do material indicam ainda que o Irã planejava ampliar ações de retaliação, com ataques a alvos americanos na região e a territórios de aliados, caso as operações continuassem. O cenário regional permanece tenso e em evolução.
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