- Um alto funcionário israelense afirmou à Reuters que o aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do Irã, foi morto em ataques de Israel e dos Estados Unidos.
- Não houve confirmação imediata por parte do Irã.
- Os EUA e Israel teriam realizado ataques militares contra o Irã, mirando suas lideranças, aumentando o risco de conflito na região.
- Khamenei, aos 86 anos, detinha o controle máximo sobre as instituições políticas, militares e religiosas desde 1989.
- Durante seu governo, o Irã ampliou influência regional e apoiou grupos como Hamas e Hizbollah; as tensões com o Ocidente se intensificaram após o abandono do acordo nuclear em 2018.
O que aconteceu: um alto funcionário israelense disse à Reuters que o líder supremo do Irã, Ayatollah Ali Khamenei, foi morto em ataques realizados por Israel e pelos Estados Unidos. Até o momento, não houve confirmação iraniana sobre o destino dele.
Quem está envolvido: os ataques foram atribuídos aos Estados Unidos e a Israel, visando líderes do Irã e ampliando o risco de confronto na região. O porta-voz não identificado citou a participação de ambas as potências na ação.
Quando e onde: os ataques teriam ocorrido neste sábado, com impacto imediato na região do Oriente Médio. O anúncio veio poucas horas após as operações, que teriam atingido alvos estratégicos no Irã.
Por quê: a Reuters relata que o alvo era o líder iraniano, figura central que molda políticas internas e externas do país. Em discurso histórico, Khamenei supervisionou a política, o aparato militar e as instituições religiosas.
O que se sabe sobre o papel de Khamenei: ao chegar ao poder em 1989, ele consolidou autoridade suprema sobre o presidente, o parlamento e o aparato militar. Sob seu comando, o Irã manteve uma postura firme frente a adversários e reagiu a pressões externas.
Contexto regional: o Irã ampliou sua influência na região, apoiando redes militantes como Hamas e Hezbollah. A gestão de crises internas e as relações com o Ocidente foram marcadas por tensão e reorientações estratégicas ao longo dos anos.
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