- Fronteiras de Gaza, incluindo o posto de Rafah, foram fechadas no sábado, segundo o órgão do governo israelense COGAT, durante ataques de Israel e dos Estados Unidos contra o Irã.
- As passagens são essenciais para a entrega de ajuda humanitária e para a evacuação de pacientes que precisam de atendimento médico.
- A população de Gaza, superior a dois milhões, permanece deslocada e dependente de assistência humanitária após a ofensiva israelense.
- Em fevereiro, o Conselho das Nações Unidas informou dificuldades contínuas para entregar ajuda vital a Gaza, e a Human Rights Watch apontou restrições que geram escassez de medicamentos, equipamentos de reconstrução, comida e água.
- O COGAT afirmou que, desde o início do cessar-fogo, houve entrega de comida suficiente para quatro vezes a necessidade da população, sem apresentar evidências.
Crossings que ligam a Faixa de Gaza ao mundo foram fechados neste sábado, incluindo o Rafo (Rafah). A medida afeta o fluxo de ajuda humanitária e o deslocamento de pacientes para evacuação médica, segundo a agência governamental israelense COGAT.
A decisão ocorreu no contexto de ataques de forças israelenses e americanas contra o Irã, conforme registros da COGAT. O fechamento envolve o principal ponto de passagem sul de Gaza, na fronteira com o Egito, que havia sido reaberto no início de fevereiro de forma limitada.
A população de Gaza, estimada em mais de 2 milhões de pessoas, segue dependente de ajuda humanitária após a ofensiva anterior. As Nações Unidas destacaram entraves na entrega de ajuda lifesaving. A Human Rights Watch apontou interrupções no fornecimento de remédios, equipamentos de reconstrução, alimento e água no território.
COGAT afirmou que, desde o início do cessar-fogo, houve entrega de alimentos suficiente para quatro vezes a necessidade da população, sem apresentar evidências. A organização também alegou que o estoque atual pode atender por um período prolongado, sem detalhar dados específicos.
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