- Antes do ataque, Trump recebeu briefings que apresentavam alto risco de baixas americanas, mas também a possibilidade de ganho estratégico na região.
- A operação, chamada pelo Pentágono de “Epic Fury”, envolveu ataques dos EUA e de Israel a alvos no Irã.
- O Irã retaliou, mirando interesses de Israel e de países do Golfo, ampliando o conflito na região.
- Trump disse que o objetivo é destruir mísseis iranianos, fragilizar a indústria de defesa do país e impedir ataques de proxies, além de incentivar a queda do regime.
- Especialistas destacam riscos, como ataques a bases americanas, defesas limitadas e a possibilidade de novas ações com mísseis, drones ou cyber, mesmo após os ataques.
O presidente Donald Trump autorizou uma operação militar contra alvos do Irã, com a ofensiva denominada pela defesa dos EUA como Operação Epic Fury. As informações vêm de um funcionário dos EUA que falou anonimamente à Reuters. A ofensiva ocorreu no fim de semana, envolvendo ataques dos Estados Unidos e de Israel a sites iranianos.
Antes das ações, o governo americano recebeu diversas briefings sobre riscos e oportunidades na região, incluindo a possibilidade de altas perdas humanas entre civis e militares. As avaliações ressaltavam ainda a chance de uma mudança geopolítica favorável aos interesses dos EUA no Oriente Médio.
Trump confirmou o tom de alto risco e alto retorno ao anunciar o início das operações, destacando que vidas de heróis americanos poderiam se perder, mas que o objetivo era futuro e nobre. O presidente citou décadas de confronto com o Irã e disse que não toleraria mais agressões.
A ofensiva, segundo relatos, contou com participação de oficiais da CIA, do Departamento de Defesa e do Serviço Exterior, incluindo o chefe de operações no Médio Oriente, além do Comando Central. Um segundo funcionário mencionou que houve alertas sobre retaliação iraniana.
Pouco depois, ataques retaliatórios iranianos atingiram Israel e áreas no Golfo, segundo informações de autoridades regionais. Analistas destacam que as defesas aéreas estavam sobrecarregadas pela escala das ações, enquanto proxies iranianos poderiam intensificar ataques.
Especialistas ressaltam que, mesmo com a mobilização militar, há incertezas quanto aos desdobramentos e à capacidade de impedir novas ofensivas. O Irã afirma que continuará retaliando até que o inimigo seja derrotado de forma decisiva, ampliando o risco de escaladasRegionais.
Observadores apontam que o Irã tem opções como ataques com mísseis, drones e ciberataques. Em Washington, analistas destacam que o equilíbrio entre dissuasão e danos colaterais permanece central para as decisões em curso. A situação permanece em desenvolvimento.
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