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Paquistão diz estar em guerra aberta com o Afeganistão

Paquistão diz estar em guerra aberta com o Afeganistão, após ataques aéreos em várias cidades e acusações de abrigar militantes paquistaneses

Taliban security personnel stand guard near the Torkham border crossing between Afghanistan and Pakistan.
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  • Paquistão afirma estar em “guerra aberta” com o regime talibã afegão, com ataques transfronteiriços intensos e a acusação de que o Talibã é um procurador da Índia.
  • Islamabad afirma que Kabul abriga o Tehrik-i-Taliban Pakistan, com relatório da ONU sugerindo que Afeganistão forneceu armas e drones ao grupo.
  • Em resposta, tropas afegãs tomaram mais de cinquenta posições fronteiriças paquistanesas; o Talibã diz que a operação foi retaliatória, não o início de uma guerra.
  • A seguir, a força paquistanesa lançou ataques a mais de vinte alvos, incluindo Kabul e Kandahar; números de mortos variam conforme cada lado: Paquistão aponta 274 mortos e 400 feridos; Afeganistão registra 55 soldados paquistaneses mortos.
  • OTalibã sinaliza possibilidade de negociação com Islamabad, com o ministro das Relações Exteriores afegão afirmando abertura a soluções baseadas em entendimento mútuo, desde que haja boa-fé.

Pakistan afirma que está em guerra aberta com o governo talibã do Afeganistão, após ataques fronteiriços intensos. Islamabad acusa Kabul de abrigar o Tehrik-i-Taliban Pakistan (TTP) e amplifica a retaliação militar.

O Ministério da Defesa paquistanês informou que 12 soldados foram mortos e mais de 400 ficaram feridos em ações recentes. Do lado afegão, o talibã sustenta que houve baixas próprias, sem detalhar números civis.

Na quinta-feira, o Afeganistão disse ter retomado mais de 50 posições fronteiriças em retaliação aos ataques paquistaneses. Um porta-voz talibã afirmou que a operação afegã foi resposta, não início de guerra.

Horas depois, a defesa paquistanesa divulgou uma nova onda de ataques a mais de 20 alvos, incluindo áreas em Kabul e Kandahar, onde reside o líder supremo dos talibãs. Autoridades de Islamabad apontam danos a infraestrutura militar.

Aviões paquistaneses teriam atingido alvos em Kabul e Kandahar, segundo fontes do Exército paquistanês. Também foi citado o uso de armas pesadas, elevando o risco de escalada na região. A violência perdura desde outubro, com tentativas de cessar-fogo fracassadas.

Enquanto isso, Kabul nega acolhimento ao TTP, alegando reduzir o apoio a grupos armados. Diplomatas veem a escalada como agravamento de uma disputa histórica entre os dois países, com impactos humanitários e regionais.

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