- O ministro das Relações Exteriores da França, Jean‑Noël Barrot, disse não haver evidência de que a Rússia esteja por trás do drone não identificado neutralizado perto do porta‑aviões Charles de Gaulle, atracado em Malmö, na Suécia.
- Se ficar comprovado que o drone tem origem russa, Barrot considera a situação uma provocação ridícula.
- O porta‑aviões francês e seu grupo estão em missão na região e foram atracados nesta semana em Malmö.
- Um navio da Marinha sueca informou que o drone suspeito foi observado durante patrulha marítima, a mais de 10 quilômetros do porta‑aviões.
- A Suécia implementou contramedidas para interromper o drone; ele não foi recuperado e não houve novas observações.
O Ministério das Forças Armadas da França informou que não há evidências de que a Rússia esteja por trás de um drone não identificado neutralizado próximo ao porta-aviões Charles de Gaulle, ancorado na Suécia. Caso haja relação com Moscou, a declaração ressalta que seria uma provocação infundada.
A missão da região envolve o grupo de carrieres francês, que estava atracado na cidade de Malmö. O drone foi detectado a mais de 10 km do navio e acabou abatido pela defesa aérea sueca, segundo a Marinha da Suécia.
A Defesa sueca afirmou que o ar foi violado possivelmente por um drone associado a uma embarcação militar russa, em águas territoriais. O general Barrot afirmou que, se confirmado, o incidente seria uma provocação ridícula, e acrescentou que a segurança do navio francês não foi comprometida.
Segundo a Marinha da Suécia, um navio observou o drone durante patrulha marítima. Medidas de contra-ataque foram adotadas para impedir o drone, que não foi recuperado e não houve novas observações desde então.
A caso se soma a uma série de atividades com drones envolvendo países da Otan na região, com várias ocorrências na prática de monitoramento aéreo e resposta a potenciais ameaças. Fontes: autoridades francesas e suecas, com cobertura de agências internacionais.
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