- Quase 300 mil moradores de Odessa ficaram sem energia e água após ataques de drones russos durante a noite.
- O ataque fez parte de uma ofensiva ampla contra infraestrutura energética, que atingiu Kyiv, Dnipro e outras cidades da Ucrânia.
- Autoridades dizem que centenas de drones e mísseis comprometeram o sistema de energia, deixando famílias sem aquecimento e água; entre os feridos estão uma criança de poucos anos e outra com quatro anos.
- Líderes da União Europeia se reúnem na Bélgica para discutir competitividade e redução da dependência energética externa, sem decisões previstas.
- Em Portugal, a ministra do interior Maria Lúcia Amaral deixou o cargo após críticas à resposta do governo aos temporais e inundações, com monitoramento de desdobramentos na Europa.
Odesa, Ucrânia — quase 300 mil moradores ficaram sem energia elétrica e água após ataques de drones russos durante a madrugada. Em Odesa, a interrupção afeta residências e serviços básicos, com pelo menos uma pessoa ferida.
O ataque fez parte de uma ofensiva ampla contra a infraestrutura de energia da Ucrânia, atingindo também Kyiv e Dnipro, no sudeste do país. Autoridades destacaram o grau de destruição e o impacto na população.
O embaixador ucraniano afirmou que centenas de drones e mísseis balísticos atingiram o sistema de energia, privando famílias de calor e água. Entre os feridos, havia uma criança de dois anos e outra de quatro.
União Europeia
Líderes da UE se reúnem hoje em um castelo na Bélgica para debater estratégias frente à competição com EUA e China. A reunião é informal e não deve resultar em decisões imediatas, mas sinaliza diretrizes para o mercado único e a independência energética.
Os temas centrados são reforço da competitividade europeia, redução da dependência de potências externas e fortalecimento do mercado interno, com perspectivas de próximos passos após o encontro.
Portugal e o clima
A imprensa acompanha ainda enchentes e danos causados por fortes tempestades de inverno em Portugal e em outras partes da Europa. A repercussão inclui a saída de um ministro do governo português, responsabilizada pela resposta às emergências climáticas.
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