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Indonésia planeja enviar até 8.000 tropas a Gaza como parte de plano de Trump

Indonesia planeja enviar até 8 mil soldados para força de paz em Gaza, primeira intervenção externa desde 1967, com papel de apoio técnico

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Indonesian soldiers at Domine Eduard Osok airport in 2019. The deployment of a significant number of foreign soldiers is likely to be fiercely opposed by the far-right members of Netanyahu’s coalition.
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  • A Indonésia prepara o envio de até 8 mil soldados para Gaza, integrando a força de paz prevista no plano do ex-presidente dos EUA, Donald Trump.
  • O chefe do Estado-maior do Exército, General Maruli Simanjuntak, disse que táticas de pacificação estão em treinamento, com unidades de engenharia e saúde entre as opções.
  • Segundo a imprensa, um complexo de barracas para a força indonésia foi designado em Gaza sul, entre Rafah e Khan Younis.
  • A participação de tropas estrangeiras seria a primeira força externa em Gaza desde 1967, e o papel de Bagagem é de apoio à missão, ainda em planejamento.

Indonesia prepara envio de até 8 mil militares a Gaza para integrar força de paz, dentro do plano de paz do governo de Donald Trump. A notícia foi anunciada pelo chefe do Estado-Maior do Exército, general Maruli Simanjuntuntak, em meio a negociações ainda em estágio inicial.

O general informou que a brigada pode compreender entre 5 mil e 8 mil soldados, mas ressaltou que o envio não está confirmado e depende de acordos ainda em negociação. A ideia é formar unidades de apoio, como engenharia e saúde, para atuação pacificadora.

Há relatos de que o local de instalação de uma base para a força de Indonesia seria no sul de Gaza, entre Rafah e Khan Younis, conforme citei pela rádio pública israelense. A presença indubitável marcaria a primeira força externa na região desde 1967.

Contexto do plano de paz

O papel específico de uma força internacional permanece incerto desde a apresentação da proposta de Trump, na verdade, durante o Davos, com a participação de Jared Kushner. A proposta prevê um governo interino em Gaza, com desarmamento do Hamas e apoio de uma polícia treinada pela Jordânia e pelo Egito.

Os arredores políticos mostram resistência interna em Israel à ideia de tropas de um país de maioria muçulmana atuando para desarmar o Hamas. Mesmo com a queda relativa da violência após um cessar-fogo, os bombardeios continuam em alguns pontos, e centenas de palestinos já morreram desde o início do acordo.

O presidente indonês, Prabowo Subianto, aceitou integrar o Conselho de Paz, um grupo liderado pelos EUA para supervisionar o processo. A presença indonésia em Gaza geraria debate sobre influência e objetivos, com avaliações de benefício humanitário versus riscos diplomáticos.

Observadores destacam que a estratégia de participação pode ampliar o papel internacional de Indonésia, mas também aumenta a exposição do país a desdobramentos do conflito. A decisão final depende de negociações diplomáticas em curso.

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