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Ataques fatais de drones contra civis persistem no Kordofan, ONU diz

ONU afirma que ataques com drones contra civis persistem em Kordofan, com mais de noventa mortes e cento e quarenta e dois feridos desde janeiro

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Human Rights Council in Geneva
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  • O chefe de direitos humanos da ONU disse, em Genebra, que ataques aéreos com drones contra civis persistem no Sudão, mesmo após o exército ter rompido cercos de cidades no sul controladas pelo RSF.
  • Ele destacou que os ataques continuam de ambos os lados, causando dezenas de mortes e ferimentos entre civis.
  • O escritório dele registrou mais de 90 mortes e 142 ferimentos decorrentes de ataques com drones entre final de janeiro e 6 de fevereiro.
  • As cidades de al-Dalanj e Kadugli estavam cercadas pelo RSF, com moradores enfrentando fome e falta de serviços médicos por bloqueios de suprimentos.
  • O chefe dos direitos humanos mencionou também milhares de desaparecidos em al-Fashir, sugerindo que alguns podem estar mortos ou em condições de detenção desumanas.

O Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos informou nesta segunda-feira que ataques aéreos com drones continuam ceifando civis no território de Kordofan, no Sudão, mesmo após o Exército ter rompido longos cercos de cidades ao sul controladas por forças RSF.

Segundo Volker Türk, chefe da agência, drones de ambos os lados permanecem ativos, resultando em dezenas de mortes e ferimentos entre civis. O relatório cobre os ataques desde o fim de janeiro até 6 de fevereiro.

O Exército sudanês disse ter encerrado o cerco de al-Dalanj no fim de janeiro e o de Kadugli no início de fevereiro, cidades marcadas por escassez de comida e de suprimentos médicos devido ao bloqueio.

  • Fragmentos do relatório indicam mais de 90 mortes civis e 142 feridos em ataques com drones atribuídos a RSF e às forças armadas, no período citado. A ONU ressalta a gravidade das violações e da violência indiscriminada.

Questionamentos sobre o destino de civis já vinha aumentando desde outubro de 2025, quando al-Fashir caiu após longo cerco, com relatos de mortes, ferimentos e pessoas consideradas desaparecidas.

Após os acontecimentos de Kadugli e al-Dalanj, a ONU aponta que milhares de pessoas de al-Fashir continuam desaparecidas, com evidências de detenções em condições descritas como desumanas.

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