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Irã e EUA negociarão em Omã diante de divergências e temores de guerra

Negociações entre Irã e EUA em Muscat buscam saída nuclear, mas divergências sobre agenda elevam risco de escalada militar na região

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Iran's Supreme Leader Ayatollah Ali Khamenei speaks during a meeting in Tehran, Iran, February 1, 2026. Office of the Iranian Supreme Leader/WANA (West Asia News Agency)/Handout via REUTERS/File Photo
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  • Irã e Estados Unidos vão negociar em Omã na sexta-feira sobre o programa nuclear, mas uma divergência sobre a agenda complica avanços e aumenta o risco de conflito na região.
  • Washington quer tratar do programa nuclear, de mísseis balísticos, do apoio a grupos na região e do tratamento de manifestantes no Irã; Teerã quer que a pauta seja apenas nuclear.
  • As negociações ocorrem em meio a uma grande mobilização naval norte‑americana na região, após críticas de Trump e preocupações com uma possível ação militar.
  • O Irã vem enfrentando uma repressão violenta a protestos e isso eleva a tensão entre Teerã e Washington.
  • O governo iraniano sinalizou flexibilizar o enriquecimento de urânio, incluindo a ideia de entregar parte do material, mas mantém a posição de não negociar seu direito de enriquecer; por outro lado, não admite negociação sobre defesa e mísseis.

Iran e EUA devem negociar nesta sexta-feira em Omã sobre o programa nuclear de Teerã, no contexto de tensões acentuadas e receio de conflito na região. O encontro ocorre em Muscat, com divergências sobre a pauta e a possibilidade de avanços diplomáticos.

O governo americano quer tratar também de mísseis balísticos, apoio a grupos na região e a repressão a protestos internos, segundo fontes oficiais. Teerã, porém, exige foco apenas no nuclear e rejeita discutir defesa, mísseis e proxies.

As negociações ocorrem em meio a uma mobilização naval dos EUA no Golfo, a que Washington chama de resposta a ameaças regionais. O governo iraniano acusa pressões externas e afirma buscar um acordo digno sobre o tema nuclear.

Teerã afirma que a delegação terá autoridade para buscar um entendimento justo, mesmo com ressalvas sobre a agenda. O Ministério das Relações Exteriores reiterou a intenção de participação responsável e realista.

Especialistas alertam que há pouco espaço para rápido avanço, dado o impasse sobre a abrangência da negociação. Analistas citam riscos de escalada caso não haja consenso durante as conversas.

No contexto, o Irã acusa os recentes protestos internos de violência e afirma que seus direitos de enriquecimento de urânio não são negociáveis. O tema permanece central para as partes envolvidas.

Agenda e contexto

  • Diplomacia em meio a tensões: objetivo é evitar ações militares e alcançar um acordo verificável.
  • Perspectiva de desdobramentos: negociadores precisam conciliar interesses conflitantes sem abrir mão de linhas vermelhas.
  • Cenário regional: sanções, alianças e atividades de mísseis continuam no centro das questões de segurança.

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