- As autoridades da ONU dizem que voos de ajuda vital para Sanaa, controlada pelos houthis, vão retornar neste mês de fevereiro, após um mês de bloqueio.
- A decisão dos houthis de aprovar os voos para fevereiro permitirá a entrada e saída de organizações humanitárias na capital, segundo o coordenador da ONU para a Yemen, Julien Harneis.
- Aproximadamente 21 milhões de pessoas no Iêmen precisam de ajuda, com muitas famílias vivendo em áreas sob controle dos houthis.
- Os voos do Serviço Aéreo Humanitário da ONU são a única via de entrada e saída para trabalhadores de ONGs nas áreas controladas pelos houthis.
- Os houthis já haviam bloqueado voos para Sanaa por mais de um mês e para Marib por mais de quatro meses; a ONU nega as acusações de uso político das operações.
Vital aid flights to Sanaa, capital controlada pelos houthis, vão recomeçar neste mês após um mês de bloqueio pelo grupo alinhado ao Irã, informou a ONU. A medida busca permitir o acesso a suprimentos críticos em meio à crise humanitária.
Os houthis aprovaram voos para fevereiro, que permitem a entrada e saída de organizações humanitárias na capital, segundo o coordenador residente da ONU no Iêmen. A operação ocorre em meio a um cenário de agravamento da fome e necessidade.
A ONU aponta que cerca de 21 milhões de pessoas precisam de ajuda no país, com 4,8 milhões de deslocados e quase meio milhão de crianças com desnutrição severa. Voos humanitários são a única passagem para equipes em áreas sob controle houthis.
Avanço das operações humanitárias
A ONU disse ainda que, anteriormente, os houthis não liberaram voos da Humanitarian Air Service para Sanaa por mais de um mês, nem para Marib por mais de quatro meses. As operações do Aéreo Humanitário dependem de áreas sob controle do governo.
Historicamente, os houthis acusam as agências da ONU de atividades políticas, militares e de inteligência. A ONU nega tais acusações e mantém o foco na coordenação para entregar ajuda vital.
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