- O líder do movimento rebelde AFC/M23, Corneille Nangaa, declarou nas redes sociais a responsabilidade pelo ataque com drones ao aeroporto de Kisangani, no nordeste estratégico da República Democrática do Congo.
- A prefeitura da província de Tshopo informou que oito drones explosivos alvóram o aeroporto que atende Kisangani.
- Kisangani fica a cerca de 17 km do centro da cidade; a região está distante das linhas de frente em Kivu do Norte e do Sul, onde o AFC/M23 controla grandes áreas desde 2022.
- O grupo já conquistou cidades-chave como Goma e Bukavu em uma ofensiva relâmpago no ano passado.
- O Exército congolês não comentou o ataque até o momento.
O líder do movimento rebelde AFC/M23, na República Democrática do Congo, reivindicou nesta terça-feira, 3 de fevereiro, via X, a responsabilidade por um ataque com drones ao aeroporto da cidade estratégica de Kisangani, no nordeste do país.
Segundo o governo da província de Tshopo, oito drones carregados com explosivos atingiram o terminal aéreo, que fica cerca de 17 km do centro de Kisangani. A ação ocorre em um contexto de disputa sobre controle de território na região.
Corneille Nangaa, chefe do AFC, afirmou que o episódio evidencia a ausência de superioridade aérea das Forças Armadas do Congo e que Kisangani não pode mais servir de base para ataques. O Exército não comentou o ataque até a publicação.
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