- Ataques aéreos israelenses em Gaza deixaram pelo menos 12 palestinianos mortos no sábado, segundo hospitais, entre eles mulheres e crianças.
- Os alvos incluíram um prédio de apartamentos em Gaza City e um acampamento de tendas em Khan Younis, ceifando vítimas de duas famílias.
- O Exército de Israel informou aviso de evacuação para um edifício em Khan Younis, enquanto aeronaves continuavam a atacar a região.
- O ataque ocorre um dia antes da abertura prevista de uma passagem fronteiriça em Rafah, com Israel buscando limitar a entrada de palestinos a 150 pessoas por dia.
- O Ministério da Saúde de Gaza já registra mais de 500 mortos desde o início do cessar-fogo de 10 de outubro, enquanto o acordo segue sem cumprir plenamente.
Dois mil e sessenta meses de tensão marcam o sábado em Gaza, com ataques aéreos israelenses que deixaram ao menos 12 mortos. A cifra representa um dos mais altos down da atual rodada de confrontos desde o acordo de outubro para cessar hostilidades.
As ofensivas atingiram áreas no norte e no sul de Gaza, inclusive um edifício residencial em Gaza City e um acampamento de tendas em Khan Younis. Entre as vítimas estavam duas mulheres e seis crianças, conforme relatos de hospitais que receberam os corpos.
Foram registradas novas sirenes de ataque e um aviso de evacuação para um prédio em Khan Younis, sinalizando preparativos para ataques adicionais. O saldo de sábado amplia o sofrimento humano na faixa de Gaza, já abalada pelo conflito.
Contexto humanitário
O hospital Shifa informou que um ataque em Gaza City causou a morte de uma mãe, três crianças e um parente próximo. O hospital Nasser, em Khan Younis, relatou incêndio em um acampamento de tendas que deixou sete mortos, entre eles um pai, seus três filhos e três netos.
A peça fundamental do cenário é a situação médica: o Ministério da Saúde de Gaza aponta mais de 500 palestinos mortos por fogo israelense desde o início do cessar-fogo em 10 de outubro. Em resposta, a defesa israelense não comentou de imediato as perguntas sobre os ataques.
Apesar da escalada, o cessar-fogo avançou para uma segunda fase de negociações, com questões centrais envolvendo desarmamento de Hamas e a eventual supervisão de uma comissão apoiada por integrantes indicados pela administração Trump. As partes seguem discutindo, buscando reduzir a violência e manter o fluxo de ajuda humanitária.
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