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Forças Armadas da Venezuela reconhecem o vice como presidente interino

Forças Armadas venezuelanas reconhecem Delcy Rodríguez como presidente interina após a captura de Maduro pelos Estados Unidos; ministro da Defesa condena intervenção

Delcy Rodríguez em Caracas 10/3/2025 REUTERS/Leonardo Fernandez Viloria
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  • As Forças Armadas da Venezuela reconheceram Delcy Rodríguez, vice-presidente, como presidente interina do país, em comunicado neste domingo (4).
  • Em vídeo, o ministro da Defesa, Vladimir Padrino López, rejeitou a intervenção norte‑americana e pediu a libertação do presidente Nicolás Maduro, capturado pelos EUA.
  • López afirmou que o ataque é uma ameaça global e pediu que o povo venezuelano retome suas atividades nos próximos dias.
  • O Supremo Tribunal de Justiça venezuelano já havia decidido que Delcy Rodríguez assumiria a presidência interina após a captura de Maduro.
  • O ataque ocorreu no fim de semana, com explosões em Caracas, e envolve as ações dos EUA, que acusam Maduro de chefiar um suposto cartel, sem apresentar provas.

As Forças Armadas da Venezuela reconheceram neste domingo Delcy Rodríguez, vice-presidente, como presidente interina do país. A confirmação veio após o que as autoridades chamam de captura do presidente Nicolás Maduro pelo governo dos Estados Unidos.

Em vídeo, o ministro da Defesa Vladimir Padrino López rejeitou a intervenção dos EUA e pediu a libertação de Maduro, classificada como capturado. López descreveu o ataque como uma ameaça global e afirmou que o país deve retomar as atividades nos próximos dias.

O Supremo Tribunal de Justiça venezuelano já havia determinado que Delcy Rodríguez deveria assumir a presidência interina após a captura de Maduro. Informações oficiais indicam que a ação ocorreu em meio a explosões registradas em Caracas no fim de semana.

No sábado, Caracas sediou confrontos entre forças, com os EUA alegando atuação para desmantelar um suposto cartel ligado a Maduro, sem apresentação de provas públicas. A imprensa internacional debate a legalidade e as motivações dessas ações.

Especialistas divergentes discutem impactos regionais, com foco em geopolítica, petróleo e influência de potências globais. A declaração oficial aponta para manter a estabilidade institucional e evitar escaladas adicionais no país.

A operação é acompanhada por relatos sobre o deslocamento de forças de segurança para áreas estratégicas da capital. Autoridades chamam a população à calma e à cooperação com as autoridades competentes.

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