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EUA capturaram Maduro em duas horas e meia após meses de planejamento

Operação com cento e cinquenta aeronaves e meses de planejamento captura Nicolás Maduro e Cilia Flores em Caracas, deixando a Venezuela em incerteza política

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
The Fuerte Tiuna neighbourhood of Caracas, where Nicolás Maduro and Cilia Flores were captured, after US strikes on Saturday 3 January.
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  • EUA capturaram o presidente Nicolás Maduro e a esposa, Cilia Flores, na madrugada de sábado, após meses de planejamento que envolveram centenas de militares e drones.
  • A operação, chamada de Absolute Resolve, contou com pelo menos duzentas aeronaves e uso intenso de vigilância desde agosto para mapear o “padrão de vida” de Maduro.
  • Maduro alternava entre seis a oito locais para dormir; o reforço de segurança incluía apoio cubano; a localização final foi um complexo na base militar de Fuerte Tiuna, em Caracas.
  • A ação contou com a participação da Força Delta; houve tiroteio ao chegar ao objetivo, com um helicóptero danificado, mas nenhuma baixa entre militares dos Estados Unidos.
  • Maduro foi levado ao Metropolitan Detention Center, em Brooklyn, Nova York; o método causou choques políticos na Venezuela e havia relatos de mortes no país durante os conflitos.

O governo dos EUA realizou uma operação de captura de Nicolás Maduro, presidente da Venezuela, e de sua esposa, Cilia Flores, na madrugada de sábado. A ação durou 2 horas e 28 minutos, com deslocamentos a partir de bases no Caribe até Caracas, e ocorreu em meio a uma tática de surpresa e superioridade aérea.

A operação envolveu o uso de pelo menos 150 aeronaves, suporte de drones de vigilância e, segundo fontes, a participação de forças especiais dos EUA. Denotas sobre uma possível fonte humana dentro do governo venezuelano também foram mencionadas, embora seu risco tenha sido reconhecido.

Os EUA, por meio da CIA e outras agências, planejaram meses a partir de agosto para mapear o “padrão de vida” de Maduro, incluindo onde ele dormia, com quem se reunia e seus hábitos. O objetivo, afirmam analistas, foi reduzir a capacidade de defesa do presidente.

A base militar de Fuerte Tiuna, em Caracas, foi o centro da operação, com o objetivo de obter domínio aéreo e surpresa tática. O trânsito de helicópteros modificados ocorreu a baixa altitude, em formação, para evitar detecção pelos sistemas venezuelanos.

Maduro e Flores teriam sido transportados para a cidade de Nova York, desembarcando no complexo carcerário Metropolitan Detention Center, em Brooklyn. Registros oficiais de defesa venezuelanos indicam que parte da estrutura de segurança de Maduro foi desfeita durante a operação, com vitórias e perdas locais.

A reação interna na Venezuela incluiu relatos de mortes entre membros das forças de segurança e civis, com números ainda não consolidados. Não houve registro de baixas entre militares dos EUA, segundo fontes oficiais, embora alguns profissionais tenham ficado feridos.

Contexto e planejamento

O esforço envolveu forças navais na região desde novembro, além da presença de um dos maiores porta-aviões do mundo, com milhares de tripulantes a bordo. A meta era assegurar superioridade aérea e operacional, mesmo diante da geografia costeira próxima de Caracas.

Desdobramentos e avaliação inicial

Especialistas ouvidos pelo setor de defesa destacam que a ação mostrou capacidade logística e de cooperação entre agências, porém não está claro se resultará em controle político ou transformação institucional na Venezuela. Entre as leituras, há ressalva de que a operação não configura um desfecho automático.

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