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Como foi a operação dos EUA envolvendo Maduro

EUA capturam Nicolás Maduro em operação noturna com helicópteros, caças e forças especiais; Trump acompanhou ao vivo e a ação durou meses de planejamento

O presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, e o presidente dos EUA, Donald Trump. Fotos Federico Parra e Saul Loeb/AFP
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  • EUA realizaram, durante a noite, uma operação em Caracas para capturar Nicolás Maduro, com helicópteros, caças, aviões de reconhecimento, drones e forças especiais; o planejamento durou meses.
  • O presidente Donald Trump autorizou a captura e acompanhou a ação ao vivo, que incluiu infiltração na residência de Maduro e remoção aos Estados Unidos.
  • Participaram mais de cento e cinquenta aeronaves, com os helicópteros de extração voando a trinta e três metros acima do oceano; radares venezuelanos foram neutralizados.
  • Maduro e a esposa foram detidos por agentes da lei e transferidos ao USS Iwo Jima; segundo Trump, nenhum integrante americano morreu.
  • A primeira imagem de Maduro vendado e algemado foi divulgada por Trump, com Trump dizendo ter visto o episódio como se fosse um programa de televisão.

Durante a noite, forças americanas realizaram uma operação para capturar Nicolás Maduro, líder venezuelano, em Caracas. A ação envolveu helicópteros, caças, aviões de reconhecimento, drones e tropas especiais, sob comando direto das autoridades dos Estados Unidos.

A operação durou meses de planejamento. Inteligência dos EUA monitorava Maduro desde agosto, estudando seus movimentos e rotinas para viabilizar a entrada sem resistência. As equipes ensaiaram em uma réplica da residência onde o líder venezuelano estava hospedado.

O presidente dos EUA autorizou a missão após uma sequência de preparativos. O que ocorreu na prática foi uma infiltração noturna, com deslocamento de elites até o local, podendo chegar aos Estados Unidos para julgamento de Maduro.

Detalhes da operação

O comando geral anunciou a decisão de agir às 22h46 no fuso de Washington, com Caracas marcando 23h46. Mais de 150 aeronaves decolaram, incluindo caças, aviões de reconhecimento, drones e helicópteros centrais da operação.

Os helicópteros, responsáveis pela retirada, voaram a baixa altitude sobre o oceano, chegando aos arredores da casa de Maduro. Cobertura aérea foi garantida pelos caças, enquanto radares venezuelanos foram bloqueados por capacidades dos EUA.

Desenvolvimento e desfecho

As explosões iniciais ocorreram pouco antes das 2h, horário local de Caracas. As forças de Maduro resistiram apenas inicialmente, sendo rapidamente contornadas pelas ações norte-americanas. Um helicóptero foi atingido, mas retornou à base.

Maduro e sua esposa foram detidos por agentes da lei durante a operação e transportados a bordo do USS Iwo Jima, navio da classe Wasp. A equipe de resgate manteve o elemento surpresa e concluiu a retirada com segurança.

Vozes oficiais e próximos passos

Trump acompanhou o desfecho por transmissão ao vivo, em residência oficial, e descreveu o complexo de Maduro como fortificado. A comunicação oficial ressaltou que a operação não resultou em mortes entre os membros da equipe, mas ainda não há informações sobre outros impactos ou etapas judiciais previstas.

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