- A defesa da Rússia divulgou imagens que, segundo Moscou, mostram um drone abatido e apontam que a Ucrânia tentou atacar uma residência presidencial, em uma região próximo a Novo Górod.
- O registro afirma que 91 drones teriam sido lançados pela Ucrânia, vindos das regiões de Sumy e Chernihiv, em um ataque “planejado” que foi neutralizado pela defesa aérea russa.
- O vídeo exibe fragmentos de um drone Chaklun‑V com explosivo de seis quilos que não detonou, segundo a Rússia.
- A Rússia não informou como soube o alvo do suposto ataque; verificação independentes não foi possível de imediato.
- A Ucrânia não comentou oficialmente as imagens, enquanto ocidentais questionaram as provas apresentadas e a veracidade do ataque.
A defesa russa divulgou, nesta quarta, vídeos que, segundo Moscou, comprovam a tentativa da Ucrânia de atacar uma residência presidencial. O material foi apresentado como parte de um briefing para contestar as negações de Kyiv sobre o suposto ataque ocorrido nesta semana. A Rússia afirma ter derrubado drones usados no ataque.
No vídeo, um oficial de alta patente, Major-General Alexander Romanenkov, detalha que 91 drones teriam partido de regiões vizinhas à Rússia, Somy e Chernihiv, em um ataque de ataque planejado. A defesa diz que as defesas aéreas impediram danos materiais e ferimentos. Não há confirmação independente das imagens.
Os militares russos exibem fragmentos de um drone Chaklun-V com explosivo de 6 kg que, segundo eles, não detonou. A autoridade não explica como chegou ao alvo ou por que acredita que o incidente atingiria a residência do presidente Vladimir Putin, localizada na região de Novgorod.
O material não especifica a data exata nem o local das imagens. Kiev não respondeu de forma oficial às informações apresentadas pela defesa russa, e fontes ocidentais questionam a veracidade das provas apresentadas.
Reações de Kyiv e desdobramentos
Autoridades ucranianas não emitiram comentário imediato sobre o conteúdo do material russo. Em Washington e outras capitais, houve ceticismo quanto às evidências apresentadas, com questionamentos sobre a veracidade e o impacto das imagens.
Analistas apontam que a Rússia usa o material para pressionar negociações sobre o fim do conflito na Ucrânia. A Reuters não confirmou a localização nem a data das imagens exibidas no briefing russo. O episódio mantém dúvidas sobre o ataque alegado.
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