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MP junto ao TCU pede afastamento do presidente do IBGE, Márcio Pochmann

Ministério Público pede afastamento de Marcio Pochmann do IBGE, apontando substituições de servidores de carreira e a tentativa de criar a Fundação IBGE+ que ameaça a autonomia técnica

Marcio Pochmann, presidente do IBGE, enfrenta crise interna — Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
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  • O Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (TCU) pediu o afastamento do presidente do IBGE, Marcio Pochmann.
  • A acusação aponta irregularidades na condução do órgão, incluindo substituições de servidores de carreira por recém-ingressos em cargos técnicos.
  • O MP menciona exonerações sucessivas e a ocupação de funções de alta complexidade por quem ainda está em estágio probatório.
  • Também é destacada a tentativa de criação da Fundação IBGE+, que poderia extrapolar as atribuições legais do instituto sem autorização legislativa.
  • O procurador ressalta riscos à autonomia técnica e à credibilidade dos dados oficiais, especialmente no cálculo do Produto Interno Bruto (PIB), com impactos econômicos e em políticas públicas.

O Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (MP-TCU) pediu o afastamento do presidente do IBGE, Marcio Pochmann. A solicitação envolve supostas irregularidades na gestão do instituto. O órgão confirmou que encaminhou o pedido, ainda sem posição oficial do IBGE.

Segundo o MP, houve repetidas exonerações e substituições de servidores de carreira por profissionais recém-ingressos em funções técnicas de alta complexidade. O objetivo seria justificar mudanças estratégicas sem respaldo em critérios legais claros, aponta o documento.

Além disso, o MP questiona a tentativa de criação da Fundação IBGE+, apresentando o risco de extrapolar atribuições legais da instituição. O procurador sustenta que, mesmo na esfera privada, a fundação integrada ao IBGE exigiria autorização legislativa expressa.

O texto destaca ainda riscos para a autonomia técnica e a credibilidade dos dados oficiais, em especial no cálculo do Produto Interno Bruto (PIB). O MP aponta que eventuais alterações metodológicas ou premissas técnicas poderiam impactar decisões econômicas e classificações de risco.

As informações indicam que a interdição do presidente, caso confirmada, visa preservar a integridade institucional do IBGE e a confiabilidade de dados estratégicos para políticas públicas. O IBGE ainda não comentou oficialmente o assunto.

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