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TCU consolida dados da força-tarefa que monitora estatais com risco às contas

TCU consolida dados da força-tarefa que fiscaliza nove estatais com risco fiscal, incluindo Correios e Casa da Moeda; análise até junho com foco em governança e eficiência

Papai Noel dos Correios - começa no Ceará a edição 2025 da maior ação de solidariedade natalina do país — Foto: Divulgação
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  • O TCU consolidará dados da força-tarefa criada para fiscalizar nove estatais federais com riscos fiscais, incluindo Correios e Casa da Moeda.
  • As informações devem constar nas contas do governo e as análises devem ocorrer até junho, conforme o regimento da Corte.
  • Além de Correios e Casa da Moeda, integram a fiscalização as Companhias Docas (CDC, CDP, Codeba, CDRJ e Codern), Emgea, ENBPar e Infraero.
  • A fiscalização será estruturada em cinco eixos temáticos: gestão e inovação, desempenho financeiro, gestão de pessoal, contratações e tecnologia da informação.
  • O objetivo é ampliar o foco da fiscalização para além do financeiro, incorporando governança, eficiência operacional e qualidade da gestão.

A TCU consolidou dados sobre a força-tarefa criada para fiscalizar estatais com risco fiscal. A ação envolve nove empresas federais, entre elas Correios e Casa da Moeda, instaladas no fim do ano passado. As informações visam esclarecer a situação financeira e a governança dessas entidades. As contas devem ser analisadas até junho, conforme o regimento da Corte.

A força-tarefa foi instituída após um relatório do Tesouro Nacional que apontou fragilidades financeiras em nove estatais. Além dos Correios e da Casa da Moeda, integram o grupo as Companhias Docas (CDC, CDP, Codeba, CDRJ, Codern), Emgea, ENBPar e Infraero. O objetivo é mapear riscos que impactam contas públicas.

A organização dos trabalhos ocorre em cinco eixos temáticos: gestão e inovação, desempenho financeiro, gestão de pessoal, contratações e tecnologia da informação. A ideia é ampliar o foco para além do financeiro, incluindo governança e eficiência operacional.

Força-tarefa e alcance

Segundo o presidente do TCU, o objetivo é ampliar o escopo da fiscalização para avaliar governança, eficiência e qualidade da gestão. Esses aspectos costumam influenciar a saúde financeira das estatais e, por consequência, as contas públicas.

Cronograma e próximos passos

A área técnica do TCU vai consolidar as informações sobre a força-tarefa e manter a análise em curso. O ritmo de apuração segue o calendário interno, com conclusão prevista para o primeiro semestre de 2025. As conferências envolvem dados de gestão, contratos e operações.

As ações buscam transparência e controle, segmentando dados de desempenho, pessoal e aquisições. As informações são compiladas para embasar decisões de fiscalização e eventuais encaminhamentos ao Ministério Público de Contas, quando cabível.

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