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Webinários discutem prevenção da violência nas escolas

Webinários do MEC orientam secretarias sobre governança, diagnóstico e planos intersetoriais para prevenir violências nas escolas

Foto: Divulgação/MEC
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  • Série de webinários do MEC, entre 10 e 12 de fevereiro, orientou redes de ensino sobre prevenção de violências nas escolas, com foco em governança, diagnóstico e planos intersetoriais.
  • Transmitidos ao vivo pelo YouTube do MEC e Conviva Educação, em parceria com Undime, dentro do Programa Escola que Protege (ProEP).
  • Destaques: governança intersetorial, diagnóstico local, elaboração de Planos Territoriais Intersetoriais de Enfrentamento das Violências nas Escolas (Planteves) e ações para promoção da cultura de paz.
  • Planteves foi apresentado como instrumento para transformar diagnóstico em metas e ações, com participação de comissões municipais e pactuação intersetorial.
  • Encerramento ocorreu em 12 de fevereiro, apresentando as dez etapas de implementação do Escola que Protege, incluindo gestão, participação escolar, ações pedagógicas e compartilhamento de práticas.

O MEC realizou entre 10 e 12 de fevereiro uma série de webinários sobre prevenção das violências nas escolas. O tema central foi Escola que Protege, com foco em governança, diagnóstico e planos intersetoriais. As transmissões ocorreram ao vivo pelos canais do YouTube do MEC e do Conviva Educação, em parceria com a Undime.

Os encontros orientaram secretarias de educação e equipes gestoras na adoção de estratégias de prevenção e na promoção da cultura de paz. Também disponibilizaram materiais orientadores para apoiar a implementação do programa ProEP nas redes municipais. O conteúdo abordou governança intersetorial, diagnóstico territorial e ações de apoio às escolas.

Ao longo das transmissões, foram apresentados passos práticos, referências de planos e metodologias para transformar diagnósticos em ações. A iniciativa destaca a importância da atuação conjunta entre esfera municipal e federativa, mantendo o foco na autonomia local e na integração de redes de proteção.

Governança e diagnóstico

O primeiro webinário detalhou o funcionamento do Programa Escola que Protege e do Snave, com ênfase na organização da governança intersetorial. Também destacou a importância do diagnóstico local e do autodiagnóstico escolar para subsidiar decisões.

Foram apresentados papéis das secretarias de educação, das comissões intersetoriais e da articulação com o Sistema de Garantia de Direitos. Dados educacionais e intersetoriais devem embasar prioridades e ações de enfrentamento das violências.

A coordenadora Thais Dias Luz ressaltou o protagonismo dos municípios, pois a violência nas escolas é um desafio que envolve território, famílias e redes de proteção. A abordagem busca articular prevenção, resposta e reconstrução com respeito à autonomia local.

Planteves

No segundo dia, o encontro mostrou como transformar o diagnóstico em objetivos, metas, ações e indicadores no Planteves. As orientações incluíram pactuação intersetorial, territorialização e ciclo contínuo de planejamento, execução, monitoramento e ajustes.

Os Planos Territoriais Intersetoriais fortalecem a prevenção e a resposta à violência escolar, promovem cultura de paz e formam profissionais. A integração entre educação, saúde, assistência social, segurança pública e justiça foi enfatizada.

A atuação da Comissão Municipal Intersetorial de Enfrentamento às Violências nas Escolas (Cieve) aparece como estratégica para mapear o território e executar ações de forma compartilhada. O tema também abordou dez etapas para governança, diagnóstico, planejamento, implementação e compartilhamento de práticas.

Implementação

Encerrando a série, o terceiro webinário mobilizou equipes escolares para a implementação de estratégias pedagógicas intersetoriais. O objetivo foi estimular o engajamento das equipes no formato de atuação proposto pelo programa.

Foram apresentadas as dez etapas de implementação do Escola que Protege, incluindo compromisso institucional, designação de articulador escolar, fortalecimento da escuta, ações pedagógicas, respostas a crises e integração com a rede de proteção local.

O ciclo também prevê a criação de comissões escolares, o monitoramento contínuo e o compartilhamento de aprendizados. A iniciativa reforça a necessidade de atuação coordenada entre redes municipais e estaduais para reduzir a violência nas escolas.

Assessoria de Comunicação Social do MEC | Secadi

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