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Políticos chineses avaliam ataque a Irã: não é a ordem internacional que conheci

Durante as Sessões da Assembleia, deputados chineses apontam que a escalada no Oriente Médio pode afetar comércio, cadeias produtivas e a estabilidade global

Los delegados abandonan el auditorio tras la ceremonia de apertura de la cuarta sesión de la XIV Asamblea Popular Nacional de China en el Gran Salón del Pueblo de Pekín, China, el 5 de marzo.
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  • Durante as duas sessões anuais em Pequim, deputados e assessores discutem a escalada no Oriente Médio e o ataque a Irã, que preocupa o ambiente internacional.
  • Um deputado de Hong Kong afirmou que a China deve seguir seu próprio caminho de crescimento para contribuir indiretamente com a estabilidade global.
  • Há avisos de que o conflito pode impactar cadeias de suprimentos, exportações e a economia chinesa, com críticas à violação de soberania de países.
  • Questiona-se se a situação dificultará a visita de Donald Trump à China e se o encontro em Paris para negociações comerciais ocorrerá em breve.
  • Alguns participantes destacam avanços positivos nas negociações sino-americanas e mantêm a China como parceiro essencial, ainda que haja cautela no momento.

A escalada de violência no Oriente Médio ganhou espaço na pauta da Assembleia Popular Nacional (APN) de China, mesmo durante as Dos Sessões, o encontro anual de переговоры em Pequim. Deputados e membros do comitê consultivo acompanharam os desdobramentos com especial atenção, destacando impactos para a estabilidade global e para a economia chinesa. O ataque conjunto dos EUA e de Israel contra o Irã foi citado como tema sensível, observado de perto pelos representantes.

Entre eles, parlamentares de Hong Kong como Yang Debin afirmaram que a China deve seguir seu caminho de crescimento, contribuindo indiretamente para a estabilidade mundial. Já Xie Rupeng, de Cantão, ressaltou que, apesar de não haver sinais claros de ruptura imediata, a situação pode afetar cadeias de suprimento e exportações.

A sessão ocorre em meio a um ambiente de disciplina e controle do Partido Comunista, com jornalistas liberados para conversar com legisladores apenas em momentos pontuais. A abertura da plenária reúne mais de 2.000 membros da Conferência Consultiva, além de delegados da APN, em um espaço próximo ao Grande Salão do Povo.

Ambiente e impressões no plenário

He Junyao, advogado de Hong Kong, descreveu o cenário internacional como perigoso e comparou a geopolítica atual a “patinar sobre gelo fino”. Wei Binjiang, também de Hong Kong, classificou a operação militar no Irã como questionável juridicamente e indicou que o conflito pode favorecer mudanças na dinâmica mundial.

Alguns participantes apontaram que a tensão geopolítica pode dificultar futuras reuniões entre a China e os EUA, como o possível encontro entre Xi Jinping e Donald Trump. Outros, no entanto, permaneceram otimistas quanto ao diálogo entre Pequim e Washington, destacando avanços recentes nas negociações econômicas.

A agenda de Dos Sesiones também mantém foco em economia e em políticas domésticas. Diversos membros enfatizaram a necessidade de cooperação internacional para evitar impactos negativos sobre produção agrícola, inovação e indústria chinesa, mantendo a postura governamental de buscar paz e estabilidade global.

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