- Putin não conseguiu conquistar a Ucrânia, nem a região de Donbas, marcando um duplo fracasso após quatro anos de guerra.
- A reação europeia tem sido de resistência, com sanções e maior atuação de inteligência para enfrentar a sabotagem russa, mesmo sem garantia de apoio dos Estados Unidos.
- Autoridades de vários paísesalertam para ataques híbridos russos (incêndios, sabotagens, interrupção de tráfego), dizendo que o custo para Moscou precisa aumentar.
- A resposta europeia tem sido independente, com ações para neutralizar operações russas, incluindo apreensões de ativos e restringindo veículos e empresas ligados à ofensiva.
- Casos recentes incluem prisões e apreensões de navios e barcos da “shadow fleet”, além de incidentes no espaço com satélites russos potencialmente interceptando comunicações europeias.
O conflito de 2024 expôs dois fracassos de Putin: não dominou a Ucrânia, nem avançou no Donbass. Suas ações de sabotagem na Europa provocaram resistência firme de líderes e governos. O recado é claro: a pressão não conseguiu amedrontar o Ocidente.
Países europeus endureceram respostas e ampliaram sanções. Autoridades destacam que a ofensiva russa chegou a testar a disposição da aliança, mesmo sem garantia de apoio dos EUA. A postura é de endurecimento gradual, com planos de dissuasão.
A resposta europeia ganhou fôlego com alertas de oficiais de segurança. Diplomatas anunciaram novas sanções contra alvos ligados à operação russa e fortaleceram operações de inteligência para conter ataques híbridos.
Em entrevista pública, autoridades explicaram que a Rússia utiliza táticas de “guerra cinzenta”, próximas do limiar da guerra, incluindo drones em bases e arson e sabotagem apoiados pelo Estado. O objetivo seria manipular, intimidar e desestabilizar.
Na prática, a reação britânica incluiu sanções a quase 300 pessoas e entidades, além de restrições a navios usados pela suposta frota oculta que transporta petróleo russo. Também houve sanções a empresas ligadas a um oligarca na região do Cáucaso.
A Alemanha reforça que a ameaça híbrida foi reconhecida e que o serviço de inteligência precisa operar de forma mais eficaz. O governo também discutiu um plano operacional para conter operações russas no interior e no espaço estratégico.
Segundo relatório da imprensa financeira, a operação de combate envolve medidas que podem sinalizar uma preparação para conflito militar. O documento alemão alerta para a relação entre sabotagem e a defesa do Ocidente.
Pesquisas indicam que, diante da pressão europeia, o Kremlin subestimou a resiliência do continente. Dados de institutos europeus apontam aumento de ações clandestinas russas entre 2023 e 2024, com respostas mais duras da região.
Casos recentes mostram atuação coordenada: autoridades de França, Finlândia, Alemanha e Dinamarca apreenderam navios e impediram ações ligadas a uma eventual “frota sombra”. Prisões também foram registradas em Polônia, Romênia e Lituânia.
Especialistas destacam ainda vigilância espacial: autoridades europeias identificaram satélites russos que poderiam interceptar comunicações de redes europeias, ampliando o uso de tecnologia para monitorar ameaças.
Ao longo do tempo, o custo para a Rússia tem se mostrado elevado. Dados oficiais apontam queda na receita de petróleo e déficit financeiro superior a 70 bilhões de dólares, com impacto na economia e no esforço de guerra.
O conflito continua, com a União Europeia fortalecendo alianças e infraestrutura de defesa. Analistas veem o episódio como um enredo de consequências não intencionais que uniu a defesa europeia contra Moscou.
Estônia, na fronteira, observa que ações de sabotagem apenas fortalecem a coesão transatlântica e a disposição de defender a visão ocidental de segurança. O episódio é visto como lição sobre limites das estratégias russas.
Este artigo é uma reedição de reportagens originais com origem em fontes internacionais, credits: veículos de imprensa que acompanham o tema.
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