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Trump vê guerra na Ucrânia como injusta para mortos e contribuintes dos EUA

Trump vê guerra da Ucrânia como injusta para mortos e contribuintes dos EUA; Genebra encerra sem avanço nas negociações

Donald Trump sees the Ukraine situation as unfair ‘not just for Russians and Ukrainians who have lost their lives’, says the White House press secretary Karoline Leavitt.
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  • A Casa Branca informou que Donald Trump vê a guerra na Ucrânia como “muito injusta” tanto para os mortos quanto para os contribuintes americanos, citando a suspensão de ajuda militar ao país em março do ano passado.
  • As negociações de paz mediadas pelos EUA em Genebra entre Ucrânia e Rússia terminaram sem avanço significativo, e o presidente ucraniano Volodymyr Zelenskyy expressou insatisfação com o resultado.
  • Ao final, as delegações disseram que se reunirão novamente, mas as posições continuam divergentes, com questões como territórios ocupados e a situação da usina nuclear de Zaporizhzhia entre as mais controversas.
  • A Ucrânia impôs sanções ao presidente da Bielorrússia, Alexander Lukashenko, prometendo endurecer as medidas em resposta a apoio à Rússia.
  • Um grupo de senadores democratas dos Estados Unidos retornou de uma visita à Ucrânia para impulsionar sanções contra Moscou, em meio a esforços de pressionar concessões na diplomacia de paz.

O porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou que Donald Trump vê a guerra na Ucrânia como muito injusta não apenas para os que perderam a vida, mas para os contribuintes americanos. Ela fez as declarações em Washington, após três dias de negociações em Genebra sem avanço significativo. O governo destacou progresso preliminar e o compromisso de buscar um acordo de paz.

Leavitt lembrou que, no governo Trump, houve suspensão de ajuda militar a Kiev em março do ano passado, com bilhões de dólares bloqueados. Posteriormente, um mecanismo passou a viabilizar o envio de armas a partir de estoques dos EUA financiados por países da Otan.

Após as negociações em Genebra, o presidente ucraniano Volodymyr Zelenskyy manifestou insatisfação com o resultado. Autoridades de Kyiv e Moscou classificaram as conversas como difíceis. As duas delegações voltaram a se reunir, mas sem data firme.

Ponto de tensão na mesa de negociações

Zelenskyy afirmou, em mensagem publicada nas redes sociais, que a Rússia tenta atrasar as negociações, que já poderiam ter avançado. A sessão durou apenas duas horas, segundo relatos. Os temas mais controversos permaneceram: territórios ocupados e o futuro de Zaporizhzhia.

Movimentações diplomáticas e sanções

O presidente da Ucrânia anunciou sanções contra o presidente da Bielorrússia, Alexander Lukashenko, prometendo medidas adicionais por apoio a Moscou. A Bielorrússia já enfrenta sanções diversas; a medida é, em grande parte, simbólica.

Apoio esportivo e político

O dono do Shakhtar Donetsk doou mais de 200 mil dólares ao esquiador Vladyslav Heraskevych, que protestou com um helmet durante o Olimpíadas de Inverno. A ação ocorreu após a desclassificação do atleta por protesto relacionado à guerra.

Contato político e industrial

Uma comitiva de senadores democratas dos EUA retornou de uma viagem à Ucrânia, buscando impulsionar sanções adicionais contra a Rússia. O grupo visitou Odessa, ressaltando que a população ucraniana quer paz compatível com soberania.

Perspectivas de abastecimento e comércio

Dados indicam que a Rússia reduziu significativamente as vendas de petróleo para a Índia em janeiro, elevando compras de outras origens diante de sanções. China, desde novembro, tornou-se o maior comprador de petróleo russo por mar.

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