- A Munich Security Conference reúne líderes globais no Bayerischer Hof, em Munique, para discutir relações entre União Europeia e Estados Unidos e temas como Ucrânia, Gaza e Irã.
- O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, chegou a Munique e alertou que o mundo está mudando rápido, com a antiga ordem global já fora de vigência.
- Os organizadores disseram que a ordem mundial do pós‑Guerra Fria está “sob destruição” e que vivemos uma era de política de demolição.
- O embaixador dos EUA na Otan, Matthew Whitaker, contestou essa leitura, mas há quem, entre europeus, compartilhe da preocupação.
- Espera-se que Rubio adote tom mais diplomático em seu discurso no sábado; hoje também sobem ao palco o chanceler alemão Friedrich Merz e o presidente francês Emmanuel Macron.
O Munich Security Conference reúne dezenas de líderes globais no Bayerischer Hof, em Munique, para debater relações EU-Estados Unidos e temas como Ucrânia, Gaza e Irã, em meio a mudanças rápidas no cenário de segurança e defesa. A reunião terá foco nas dinâmicas entre as potências ocidentais e nos principais desafios geopolíticos atuais.
O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, desembarcou na cidade com tom firme, sinalizando que o mundo vive uma era geopolítica distinta, exigindo reavaliação de papéis e estratégias. A organização, por sua vez, descreveu o atual ordem mundial de pós-guerra como instável e sujeita a mudanças abruptas.
Contexto e leituras sobre a ordem global
Segundo a avaliação de organizadores, a configuração internacional pós-1945 enfrenta riscos de desmantelamento, com consequências para alianças e políticas internas. A avaliação apresenta que o bloco liderado pelos EUA precisa adaptar-se a esse novo cenário para manter influência e cooperação.
Entre os convidados confirmados estão o chanceler alemão Friedrich Merz e o presidente francês Emmanuel Macron, que devem mover o eixo do debate antes do discurso de Rubio, previsto para sábado. A expectativa é de tom diplomático e buscas por consenso entre aliados.
Matthew Whitaker, embaixador dos EUA na OTAN, rebateu parte dessas leituras em comentários recentes, mas o panorama entre europeus e norte-americanos permanece sob escrutínio. A conferência segue com sessões abertas a imprensa e debates internos entre capitais.
Este é o 2026 edition do evento, com transmissões ao vivo do tema central: a relação transatlântica e as estratégias para lidar com conflitos regionais, mantendo o foco na cooperação em defesa, segurança europeia e resposta a crises emergentes.
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