- Os Estados Unidos e Azerbaijão assinaram um acordo de parceria estratégica em Baku, durante a visita do vice-presidente americano, JD Vance.
- O acordo amplia cooperação em áreas econômicas e de segurança, com foco em defesa, inteligência artificial, segurança energética e antiterrorismo.
- O presidente do Azerbaijão, Ilham Aliyev, afirmou que Baku e Washington entram numa “nova fase” de colaboração.
- O documento foi apresentado originalmente em reunião na Casa Branca em agosto, quando Aliyev fechou um acordo de paz com o primeiro‑ministro da Armênia, Nikol Pashinyan.
- Durante a visita à Armênia, Vance assinou um acordo com Pashinyan que pode facilitar a construção de uma usina nuclear no país.
O governo dos Estados Unidos e o Azerbaijão assinaram, em Baku, um memorando de parceria estratégica na terça-feira, abrindo um novo capítulo de cooperação econômica e de segurança. O acordo foi assinado no contexto de visitas oficiais que visam ampliar a influência de Washington no Cáucaso do Sul.
O ato foi realizado pelo presidente do Azerbaijão, Ilham Aliyev, e pelo vice-presidente dos EUA, JD Vance, que está em Baku após passagem pela Armênia. A assinatura ocorre semanas depois de negociações anteriores entre Aliyev e o ex-presidente dos EUA, Donald Trump, e de um esforço regional para consolidar acordos de paz.
Aliyev disse que Baku e Washington entram em “uma fase completamente nova” nas áreas de venda de defesa, inteligência artificial, segurança energética e combate ao terrorismo. O acordo reforça a cooperação em defesa e tecnologia, além de continuidade em tema energético, segundo a leitura oficial.
Detalhes do acordo
Acordo de parceria estratégica é apresentado como base para ampliar cooperação em defesa, tecnologia e segurança regional. O texto foi apresentado inicialmente em 2024 durante encontros entre Aliyev e autoridades americanas, com publicly anunciados avanços em comércio e tecnologia.
Contexto regional
Durante a mesma semana, Vance esteve na Armênia para tratar de um acordo que pode facilitar a construção de uma usina nuclear no país. A assinatura com Pashinyan ocorreu em um momento de tentativa de avanços diplomáticos na região, buscando reduzir tensões históricas entre Baku e Erevã.
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