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China realiza patrulhas navais e aéreas em área disputada do Mar do Sul

China realiza patrulhas navais e aéreas no Mar do Sul entre segunda e sexta, reiterando defesa da soberania; Pequim acusa Filipinas de atrair potências externas e abalar a paz regional

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
An aerial view of a China Coast Guard ship navigating near the disputed Scarborough Shoal, as Philippine Coast Guard aircraft carrying journalists patrols the area, days after two Chinese vessels collided in the area while allegedly trying to block a Philippine supply mission, in the South China Sea, August 13, 2025. REUTERS/Adrian Portugal/File Photo
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  • A China conduziu patrulhas navais e aéreas no Mar do Sul da China de segunda a sexta-feira, disse o Comando do Theater Sul da Força Militar em comunicado no sábado.
  • O texto acusa a parte filipina de se associar a países de fora da região para realizar uma suposta patrulha aérea bilateral, alegando que isso agrava conflitos e desestabiliza a região.
  • Segundo o comunicado, as forças do Comando do Theater Sul permanecerão em alerta máximo para defender a soberania territorial e os interesses marítimos da China.
  • O consulado geral das Filipinas em Pequim não respondeu de imediato a pedidos de comentário.
  • A nota foi veiculada pela redação de Beijing, com edição de Toby Chopra.

China realizou patrulhas navais e aéreas no Mar do Sul da China de segunda a sexta, conforme informou o Comando do Teatro Sul da China neste sábado.

O comando afirmou que a operação visou vigiar a soberania e os interesses marítimos do país, destacando que a ação ocorreu em meio a tensões na região.

O texto também descreve a participação de forças chinesas como parte de esforços para manter a prontidão das unidades, sem mencionar incidentes específicos além das patrulhas.

Contexto regional

A nota dizia ainda que, segundo a parte filipina, houve uma mobilização de países fora da região em uma suposta patrulha aérea bilateral, o que, segundo Pequim, atrapalha a paz e a estabilidade locais.

A Embaixada das Filipinas em Pequim não respondeu de imediato a pedidos de comentário, conforme registro de pauta diplomática. A reportagem utilizou informações da Reuters.

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