- Thaddaeus Ropac abrirá um espaço de projeto em Manhattan, expandindo para Nova York pela primeira vez com um formato mais íntimo.
- Emilio Steinberger foi contratado como diretor sênior nos EUA; ele tem mais de trinta e cinco anos de experiência no mercado de arte de Nova York.
- O espaço, localizado em uptown Manhattan, não terá um programa de exposição contínuo como as outras sete galerias do grupo.
- O objetivo é apresentar apresentações focadas em um ambiente mais reservado, sem abrirem para grandes mostras permanentes.
- A galeria mantém relação estreita com artistas, estates e instituições americanas, que já são parte central de sua atuação.
Thaddaeus Ropac anuncia a expansão para Nova York, com uma nova presença permanente no mapa da galeria. Em 4 de fevereiro, a casa austríaca revelou que abrirá um “project space” em Manhattan e nomeará Emilio Steinberger diretor sênior nos EUA. O espaço ficará em uptown, com foco em apresentações mais intimistas e funcionará para atender artistas, fundações e instituições americanas.
A iniciativa não terá um amplo programa expositivo como as demais sete unidades da galeria. Segundo a direção, o espaço vai servir para apresentações mais concentradas, mantendo a atuação já conhecida com museus e colecionadores. A abertura reforça a ligação da galeria com o mercado de Nova York, onde muitos seus artistas estão baseados.
Emilio Steinberger chega com mais de 35 anos de atuação no circuito de arte norte-americano, tendo sido sócio sênior da Lévy Gorvy Dayan. O novo chefe traz experiência com artistas que integram o roster da galeria, fortalecendo a relação com colecionadores do país.
A presença em Nova York amplia a proximidade com instituições, apoiadores e o público da cidade, segundo a galeria. A ideia é oferecer um espaço adequado para trabalhar com as parcerias já existentes na região e ampliar o diálogo com o mercado americano.
Entre os artistas da lista da galeria, há nomes estabelecidos em Nova York, como Alex Katz, Joan Snyder, Robert Longo e David Salle. Há também jovens talentos, como Jordan Casteel, que ingressou ao elenco no ano passado. A g as estratégias incluem trabalhar com as obras de artistas e seus acervos em parceria com instituições locais.
A relação com os acervos de artistas falecidos continua a ser parte central do trabalho, incluindo estate de Robert Rauschenberg, Donald Judd, Robert Mapplethorpe, James Rosenquist e Irving Penn. A nova iniciativa visa incrementar essa atuação junto a museus e colecionadores.
A expansão ocorre em momento de atuação já consolidada da galeria na Europa, com o recente espaço em Milão, ressaltando a continuidade de uma estratégia internacional. O projeto em Nova York representa, segundo a empresa, uma resposta às demandas do mercado e às expectativas de seus parceiros.
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