- Catherine Opie, nascida em 1961 em Sandusky, Ohio, vive hoje em Los Angeles e produz retratos, paisagens urbanas e cenas que refletem condições sociais e políticas, com foco na identidade.
- A artista explora a visibilidade e a representação de comunidades LGBTQ+ e a relação entre o ambiente construído e a construção de corpos e identidades.
- Suas referências vão de Holbein, Leonardo e Gerhard Richter a Lynette Yiadom-Boakye; entre escritores, cita Didion e Butler, além de admira Chloe Zhao e Chris Marker.
- Opie fala sobre o início da paixão pela fotografia aos nove anos, a importância da conectividade humana e a relação entre poesia e arte.
- Exposições anunciadas: Catherine Opie: To Be Seen, no National Portrait Gallery, Londres, de 5 de março a 31 de maio de 2026; Catherine Opie: The Pause that Dreams Against Erasure, no Fridericianum, Kassel, em 19 de julho de 2026.
Catherine Opie participou de um episódio do podcast A brush with… para falar sobre suas influências, desde escritores e músicos até cineastas e outros artistas. A conversa com Ben Luke aborda também as experiências culturais que moldaram sua vida e obra, com foco em identidade e representação.
A artista, nascida em 1961 em Sandusky (Ohio) e residente em Los Angeles, descreve como a fotografia de retratos, paisagens urbanas e cenários sociais acompanha tensões políticas nos EUA. Opie destaca a ideia de que sem representação não há visibilidade.
Influências e temas centrais
A entrevista percorre desde a descoberta da fotografia ainda jovem, aos nove anos, até a relação entre poesia e artes visuais. Opie comenta influência de Holbein, Leonardo, Gerhard Richter e Lynette Yiadom-Boakye, além de escritoras como Didion e Butler.
Perspectivas de carreira e processo criativo
A conversa aborda a prática em estúdio e na câmara escura, além da centralidade de arquitetura e interiores na obra. Opie enfatiza que o entorno físico dialoga com corpos e identidades, ampliando a leitura do público sobre a humanidade.
Exposições anunciadas
Entre os destaques, foram anunciadas futuras mostras: To Be Seen, no National Portrait Gallery (Londres), de 5 de março a 31 de maio de 2026, e The Pause that Dreams Against Erasure, no Fridericianum (Kassel), em 19 de julho de 2026. A apresentação inclui breves trechos de entrevista inédita com Freud, conforme guia de áudio da exposição.
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