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Influenciadores divulgam pedidos em nome do BRB sobre o caso Master

Influenciadores recebem e-mails em nome do BRB para falar do caso Master; agência afirma ter atuado sem autorização do banco

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Entenda por que o Banco Central rejeitou a venda do Master para o BRB — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução
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  • Influenciadores receberam e-mails em nome do BRB propondo participação em almoço com o presidente do banco para falar do Caso Master.
  • Um segundo e-mail sugeria orçamento para a ação, incluindo apresentação de informações pelo BRB e discussão de medidas de contenção de danos.
  • A agência Flap, que trabalha com o BRB, afirmou que houve solicitação sem aval do banco e que a proposta partiu de uma iniciativa interna de cotação.
  • O BRB disse que não autorizou o pedido e que não houve submissão formal da ideia ao banco.
  • Em resposta, influenciadores criticaram a proposta, questionando a validade e a transparência da abordagem, enquanto a agência disse que não houve compra de opinião ou interferência editorial.

Influenciadores divulgaram e-mails simulando solicitação de atuação em nome do BRB para tratar do caso Master nas redes. O pedido envolve falar do assunto e enviar orçamento para a ação. O encontro seria com o atual presidente do BRB, Nelson Antônio de Souza, em São Paulo, com participação de outros influenciadores.

Entre os envolvidos, há o BRB, a influenciadora Renata Barreto e o especialista Renato Breia. O BRB informou que não autorizou qualquer pedido. A agência Flap, parceira do BRB, afirmou ter feito a abordagem sem submeter a ideia ao banco.

Os conteúdos circulam com a justificativa de demonstrar transparência sobre medidas de contenção de danos e ações de recuperação, segundo os e-mails. As publicações dos influenciadores ganharam atenção após o material vir a público.

Resposta do BRB e da agência

A Flap alega que a negociação partiu de uma iniciativa interna de cotação, ainda em estágio preliminar, sem aprovação do BRB. A agência diz que o objetivo era promover um diálogo institucional para esclarecer o caso Master.

Ela afirma que não houve compra de opinião nem interferência editorial. A abordagem teria sido conduzida pela equipe da agência e por fornecedores, sem a participação de funcionários do BRB. A Flap ressalta o compromisso com ética e transparência no mercado.

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