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BC abre investigação interna sobre fiscalização e liquidação do Master

Banco Central abre sindicância interna para apurar fiscalização e liquidação do Banco Master; apuração, sob sigilo, visa identificar falhas de supervisão

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
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  • O Banco Central abriu uma investigação interna, conduzida pela corregedoria, para apurar a condução do processo de fiscalização e a liquidação extrajudicial do Banco Master.
  • A apuração é sigilosa e foi determinada pelo presidente Gabriel Galípolo pouco após o encerramento das atividades do banco, em novembro de dois mil e vinte cinco.
  • O objetivo é identificar falhas nos mecanismos de supervisão e entender por que o crescimento acelerado e o aumento das operações de risco não foram detectados previamente.
  • A liquidação do banco gerou apurações paralelas da Polícia Federal e questionamentos no Tribunal de Contas da União, além de chegarem ao Supremo Tribunal Federal.
  • Não há prazo definido para a conclusão da sindicância, que tem autonomia para conduzir o processo e elaborar relatórios conforme o andamento das análises.

O Banco Central abriu uma investigação interna para apurar a condução do processo de fiscalização e a liquidação extrajudicial do Banco Master, instituição controlada por Daniel Vorcaro e liquidada em novembro de 2025. A sindicância, conduzida pela corregedoria, é sigilosa e foi determinada pelo presidente Gabriel Galípolo no fim do ano passado, poucos dias após o encerramento das atividades. A informação foi veiculada pelo jornal O Globo e confirmada pela CartaCapital.

O objetivo da apuração é identificar eventuais falhas nos mecanismos de supervisão e entender por que o crescimento acelerado e o aumento das operações de risco do Master não foram detectados previamente.

A liquidação da instituição foi justificada pelo BC com base na deterioração da situação econômico-financeira e no descumprimento de normas. O processo desencadeou apurações paralelas da Polícia Federal e questionamentos no Tribunal de Contas da União. O caso também chegou ao Supremo Tribunal Federal em razão de disputas de competência e da análise de operações envolvendo o Banco de Brasília.

Não há prazo definido para a conclusão da sindicância. A corregedoria do Banco Central tem autonomia para conduzir o processo e elaborar relatórios conforme o andamento das análises.

Situação atual da sindicância

A apuração corre em segredo e permanece sem divulgação de resultados. As próximas etapas dependem do avanço dos trabalhos internos e da necessidade de cruzar evidências junto a órgãos de controle e autoridades Judiciais.

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