- Um eclipse lunar total deixará a Lua vermelha-alaranjada; inicia penumbral às 5h44, entrada parcial às 6h50 e fase total entre 8h04 e 9h02 (não visível no Brasil), com o pico às 8h34, horário de Brasília.
- Observadores em Ásia, Austrália, Ilhas do Pacífico e Américas poderão ver o fenômeno; no Brasil, a fase total não será observável.
- Este é o último de três eclipses lunares totais consecutivos, com o primeiro ocorrido em março de 2025 e o segundo em setembro de 2025; o próximo eclipse lunar total só ocorrerá em 31 de dezembro de 2028.
- Não é necessária lupa ou telescópio sofisticado para acompanhar a total; binóculos ou um pequeno telescópio podem ajudar, e a visibilidade depende das condições climáticas.
- O evento marca o fim de uma sequência de eclipses; próximos destacam-se eclipses solares próximos, como um total em agosto de 2027, variados locais de observação ao redor do mundo.
Um eclipse lunar total vai colorir a Lua de vermelho-alaranjado nas primeiras horas desta terça-feira (3), com observação prevista para Ásia, Austrália, Ilhas do Pacífico e Américas. O fenômeno ocorre quando a Terra fica entre o Sol e a Lua, projetando sombra sobre o satélite.
A lua de sangue, como é popularmente chamada, é explicada pela NASA: a tonalidade vem da luz que atravessa a atmosfera e ilumina o satélite. O eclipse começa com a penumbra, passa pela parcial e atinge a fase total, que é invisível para parte do Brasil.
Segundo o cronograma em Brasília, o eclipse penumbral inicia às 5h44, a parcial às 6h50 e a fase total ocorre entre 8h04 e 9h02, momento em que a Lua fica mais avermelhada. O pico está previsto para as 8h34.
Não haverá visibilidade da fase total no Brasil, já que o país não está na posição adequada para esse trecho do fenômeno. Em outras regiões, a observação pode exigir condições climáticas favoráveis e céu claro.
A fase total terminará às 9h02, seguindo-se um eclipse parcial e, por fim, o penumbral, encerrando o evento às 11h23, conforme o relógio de Brasília. Em boa parte do mundo, a observação pode exigir atmosfera estável e pouca poluição luminosa.
Além de explicar o que ocorre, a reportagem destaca que este é o terceiro eclipse lunar total de uma sequência de três. O primeiro ocorreu em março de 2025 e o segundo, em setembro de 2025. O próximo eclipse lunar total só ocorre em 31 de dezembro de 2028.
O fenômeno é visível globalmente nas regiões citadas, com variações de horário conforme o fuso. Ao observar, usuários podem não precisar de equipamento sofisticado; binóculos ou um pequeno telescópio ajudam a ver detalhes, desde que o céu esteja claro.
Diversos nomes são usados para a lua cheia associada ao eclipse, refletindo tradições regionais. Entre eles estão a lua das minhocas, lua da crosta de neve e lua da colheita, conforme registros históricos.
Ao longo de 2026, haverá ainda outras luas cheias, incluindo uma chamada lua azul em maio. O Almanac dos Fazendeiros lista as datas e os nomes tradicionais para as próximas luas cheias do ano, com variações culturais distintas.
Futuros eclipses lunares e solares estão programados para 2026 e 2027, com destaque para um eclipse solar total em 2 de agosto de 2027, visível em várias regiões, e outro em 6 de fevereiro de 2027, com visibilidade na Argentina, Atlântico e África Ocidental. Em agosto de 2027, outro eclipse solar total deverá ocorrer, conhecido como o eclipse do século, com seis minutos e 23 segundos de totalidade.
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