- Campanha “Save Our Seals from Flying Rings” pede proibição abrangente no Reino Unido de anéis de plástico usados em brinquedos, após relatos de danos a focas e mortes lentas.
- Sue Sayer, fundadora do Seal Research Trust, levou a causa a Westminster para pressionar deputados.
- Os anéis, vendidos por cerca de £1 a £2, costumam ficar presos no pescoço dos animais, causando dor, doenças e morte; muitos não são encontrados.
- Um exemplo recente mostrou uma foca chamada Wings com o anel ao redor do pescoço durante duas semanas, precisando ser resgatada.
- A Câmara de Cornwall apoiou, em 2025, uma medida para desencorajar a venda dos anéis; especialistas alertam que o tratamento de ferimentos pode custar até £15 mil.
A campanha para banir anéis voadores de praias ganhou apoio em nível nacional, com Sue Sayer, fundadora do Seal Research Trust e presidente da Seal Alliance, levando a causa a Westminster. O objetivo é pressionar MPs a atuar.
Anéis plásticos, vendidos entre 1 e 2 libras, são deixados por turistas e acabam perdendo-se na orla antes de serem jogados ao mar. Animais marinhos ficam presos, gerando dor, doenças e, em muitos casos, morte lenta.
Casos recentes ilustram o risco: a cadela Wings ficou com o anel rosa preso ao pescoço por duas semanas antes de ser resgatada. Outros animais sofrem lesões que nem sempre são encontradas ou podem ser salvas.
A campanha aponta custos de tratamento e reabilitação: a RSPCA estima que casos de entanglement podem chegar a 15 mil libras.
Cornwall já avançou. Em 2025, o conselho local apoiou uma moção para desencorajar a venda de anéis voadores, considerado um passo significativo pela conservação.
A Secretária de campanha ressalta que a maioria dos banhistas não percebe o dano e que a conscientização pública é essencial. Há alternativas seguras que não prejudicam a diversão na praia, segundo os organizadores.
Propostas e próximos passos
A consequência esperada é a aprovação de medidas que limitem ou proíbam a comercialização de anéis voadores no país, com foco na proteção das lontras. O movimento também enfatiza a importância de campanhas educativas para evitar acidentes, sem prejudicar o lazer.
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