- Gabriel Bortoleto terminou o GP do Japão em 13º, sem pontuar e mantendo o jejum desde o GP da Austrália.
- O desempenho do Audi R26 teve equilíbrio nas curvas, mas déficit de potência nas retas prejudicou a performance.
- Na comunicação de rádio, após ser instruído a entender as limitações de potência, o piloto rebateu com ironia: “Eu acho que percebi isso há umas 50 voltas”.
- Em entrevista pós-corrida, ele disse que as largadas vêm atrapalhando a evolução da equipe desde a China, reconhecendo a necessidade de ajustes.
- A Audi investiga as causas exatas dos problemas de desempenho nas retas; há uma pausa de um mês na Fórmula 1 para trabalhar nesses ajustes.
O GP do Japão em Suzuka foi marcado por frustração para Gabriel Bortoleto. O piloto brasileiro terminou em 13º, sem somar pontos e mantendo o jejum desde o GP da Austrália. O desempenho do Audi R26 evidenciou equilíbrio nas curvas, mas falta de velocidade nas retas complicou a posição do brasiliense.
Segundo a cobertura, houve tensão na comunicação por rádio entre o piloto e o engenheiro da Audi. O engenheiro havia pedido que Bortoleto entendesse as limitações de potência do carro atual, enquanto o piloto indicava ter observado o problema há várias voltas, em tom de ironia.
Depois da prova, Bortoleto comentou sobre o desempenho da equipe ao longo da temporada. Ele mencionou que as dificuldades começaram na corrida na China, com problemas também na largada, o que prejudicou o avanço. O piloto apontou que a equipe está ciente dos problemas e trabalha para solucioná-los.
Análise da situação
A equipe Audi ainda investiga as causas exatas das limitações nas retas. O foco é entender se há fatores de chassi, aerodinâmica ou potência que estejam limitando o desempenho em comparação aos concorrentes.
A Fórmula 1 segue com um mês de pausa, período em que a Audi pretende desenvolver ajustes para as próximas etapas da temporada. A recuperação depende de avanços técnicos e de uma resposta mais rápida do carro em reta.
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