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London Gallery Weekend 2026: críticos escolhem as melhores exposições

Com mais de cento e vinte espaços participantes, críticos selecionam vinte exposições para guiar o London Gallery Weekend 2026 e evidenciar a cena londrina

Is Harlesden High Street gallery in west London being taken over by a trendy cafe? This show is one of our critics' picks for London Gallery Weekend 2026
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  • London Gallery Weekend 2026 reúne mais de 120 galerias em Londres, com mais de 80 delas promovendo evento público durante o fim de semana.
  • O festival é a sexta edição e busca mostrar a vitalidade da cena, mesmo após turbulências do mercado de arte e fechamento de espaços.
  • Destaques de gestão e expansão: ampliação de espaços de Sadie Coles, Modern Art no West End e Maureen Paley no East, além de novidades como Sundaram Tagore Gallery (inaugurada em maio de 2026) e Pale Horse.
  • Entre os destaques escolhidos pela crítica, aparecem apresentações de Freya Tewelde, Savannah Harris, Ravelle Pillay e Candace Hill-Montgomery, com escolhas distribuídas por galerias do Oeste, Centro e Leste de Londres.
  • A seleção de críticas também inclui shows de Rachel Maclean, Terry Winters, Keith Piper, Hayv Kahraman, Anne Imhof, Caragh Thuring, Delaine Le Bas e outras propostas que representam a diversidade e a pesquisa da programação.

London Gallery Weekend 2026 reúne mais de 120 galerias na capital britânica, com críticas selecionando 20 exposições em destaque. O objetivo é orientar o público durante o festival, que ocorre entre 5 de junho e 25 de julho, levando visitantes a espaços no centro e zonas externas de Londres.

A edição busca mostrar a vitalidade do circuito após um período de retração no mercado de arte. Entre as novidades, destacam-se a expansão de casas como Sadie Coles, Modern Art e Maureen Paley, além da chegada de espaços recentes como Sundaram Tagore Gallery e Pale Horse.

Os críticos ressaltam que a programação tende a atrair uma nova geração de colecionadores, com propostas que vão desde pintura abstrata a trabalhos que questionam urbanismo, memória e história. A seleção enfatiza diversidade de formatos, técnicas e origens artísticas.

West e Central

  • Freya Tewelde: Geometry of Elsewhere

Galeria 1957, South Kensington, London. De 5 de junho a 25 de julho. A mostra apresenta novas pinturas da artista eritreia, com foco em memória, pertença e entrelaçamento entre memória e abstração.

  • Savannah Harris: Gloria’s

Harlesden High Street, Harlesden. De 5 de junho a 26 de julho. A instalação integra obras em pintura e cerâmica com um espaço de café temático, questionando o papel da arte em espaços urbanos e a relação entre nomes reconhecidos e artistas seus.

  • Ravelle Pillay: Revisitations

Goodman Gallery, Cork Street, W1. 4 de junho a 16 de julho. A exposição utiliza imagens de arquivo para pensar memória pessoal e coletiva, com uma linguagem pictórica poética que aborda luto e passado.

  • Candace Hill-Montgomery: A Bare Woman Mutters Nothing…

Hollybush Gardens, EC1. De 5 de junho a 18 de julho. Retrospectiva parcial da artista, com fotografias e têxteis que dialogam com contextos sociais e políticos dos anos 1970 a 1990.

  • Rachel Maclean: The Enchantment of Reason

Josh Lilley, Riding House Street, W1. 5 de junho a 1º de agosto. Exposição que mistura pintura, cinema e realidade virtual para questionar IA e o consumo digital.

  • Terry Winters: Along the River

Modern Art, Bennet Street, SW1. 5 de junho a 11 de julho. Oito pinturas novas exploram abstração vinculada à natureza, com títulos curtos que remetem a formas naturais.

  • Keith Piper: Red Flags

Niru Ratnam, Great Portland Street, W1W. 5 de junho a 25 de julho. Obras que discutem racismo estrutural e a simbologia de bandeiras no contexto político atual.

  • Hayv Kahraman: What cannot be said will be wept

Pilar Corrias, Conduit Street, W1S. 5 de junho a 5 de setembro. Foca deslocamento de refugiados e trauma, com figuras que atuam como autoportraits em composições sensíveis.

  • Anne Imhof: Citizen

Sprüth Magers, Grafton Street, W1S. 5 de junho a 1º de agosto. Instalações performáticas integradas a filmes e pinturas, explorando a presença do público na obra.

  • Caragh Thuring

Thomas Dane Gallery, Duke Street, SW1Y. 5 de junho a 19 de setembro. Pinturas que combinam linguagens diversas, além de uma mostra dupla com obras de Prunella Clough (anos 1980-90).

  • Delaine Le Bas: Leap

Maureen Paley, Herald Street, E2. 4 de junho a 25 de julho. Obras novas exploram o tempo, memória e abstração inglesa em séries de pintura.

  • Unyimeabasi Udoh: No Vehicles

Alma Pearl, Reliance Wharf, N1. 21 de maio a 4 de julho. Esculturas de parede em alumínio e vidro retrorefletivo, com séries de xilogravuras Diversions.

  • Elena Njoabuzia Onwochei-Garcia: The Altering of Innocence and Experience

William Hine, Camberwell New Road, SE5. 5 de junho a 25 de julho. Quatro ambientes que tematizam a epidemia de crack e respostas da cultura negra nos anos 80 e 90.

  • Delaine Le Bas: Leap

Maureen Paley, Herald Street, E2. (repetição na lista) 4 de junho a 25 de julho. Explora repetição e tempo por meio de pinturas abstratas.

  • Unyimeabasi Udoh: No Vehicles

Alma Pearl. (repetição) 21 de maio a 4 de julho. Obras que dialogam com linguagem, imagem e sinal em materiais de infraestrutura urbana.

Linha do tempo e contexto

  • A programação ressalta a integração de espaços históricos com novas galerias, ampliando o mapa de visitação. A curadoria enfatiza experiências que conectem público, cidade e prática artística contemporânea.
  • Exposições destacam temas de memória, deslocamento, tecnologia e crítica social, com enfoques em artistas emergentes e veteranos. A curadoria busca equilibrar obras de diferentes regiões e contextos.
  • A edição atual do festival ocorre após fechamentos de galerias anteriores e com a expectativa de atrair novos colecionadores, bem como visitantes casuais interessados em arte contemporânea.

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