- Danh Vo nasceu em 1975, em Bà Rja, Vietnã, e cresceu na Dinamarca; vive entre Alemanha, onde tem estúdio em Güldenhof, a oitenta quilômetros de Berlim, e Cidade do México.
- A prática artística dele costuma usar objetos encontrados, desde itens domésticos até esculturas religiosas históricas, além de imagens de arquivo, criando relações dinâmicas no espaço expositivo.
- O trabalho incorpora a participação de outros artistas e designers, sendo comparado a atividades de curadoria ou arqueologia, com o espaço da mostra muitas vezes virando parte da obra.
- Entre as influências estão Felix González-Torres; ele cita colaborações com Julie Ault e com a mãe de Martin Wong, além de mencionar que O Exorcista, de William Friedkin, inspira várias obras.
- Exposições em pauta: Danh Vo — πνεῦμα (Ἔλισσα) no Stedelijk Museum, Amsterdã, até dois de agosto; Danh Vo, White Cube, Nova York, de onze de setembro a dez de outubro.
Danh Vo revelou, em entrevista com Ben Luke, as influências que moldaram sua obra, indo de escritores e músicos a cineastas e outros artistas. O relato também aborda as experiências culturais que guiam seu trabalho.
O artista vietnamita nascido em 1975 em Bà Rja, Vietnam, e criado na Dinamarca, vive entre Alemanha, México e parla com o público sobre como sua identidade imigrante e o imaginário queer aparecem de forma recorrente em suas produções.
Vo utiliza objetos encontrados de diversos registros, de itens domésticos a esculturas religiosas históricas, além de imagens e textos arquivados. Em suas instalações, o espaço expositivo ganha papel central na relação entre objetos e contexto.
Ao longo da conversa, ele compara seu modo de trabalhar ao de um curador e arqueólogo, destacando a importância das colaborações para ampliar o diálogo que suas obras geram. O artista cita também influências e referências.
Exposições em curso e referências
A mostra *πνεῦμα (Ἔλισσα)* fica em Amsterdam, no Stedelijk Museum, até 2 de agosto. Em Nova York, outra apresentação de Vo ocorre entre 11 de setembro e 10 de outubro na White Cube.
O entrevistado comenta parcerias com outros criadores, como Julie Ault, e relembra a colaboração com a família de Martin Wong na curadoria de uma coleção. Também explica como The Exorcist, de Friedkin, inspirou várias de suas peças.
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