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12 exposições em Los Angeles e região durante o Frieze

Frieze traz doze exposições em Los Angeles, conectando memória pública, criação medieval e arte contemporânea em museus e espaços independentes

Judith F. Baca with the Social and Public Art Resource Center team working on the newest section of The Great Wall of Los Angeles
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  • Judith F. Baca apresenta The Great Wall of Los Angeles, em painéis de 12 pés, expandindo o legado de murais públicos da SPARC com foco em movimentos de solidariedade dos anos 1970.
  • Monuments fica em The Geffen Contemporary at Moca, com 45 obras reunidas pela Julia Stoschek Foundation, indo do cinema antigo a trabalhos contemporâneos, incluindo referências ao Massacre de Columbine.
  • Beginnings: The Story of Creation in the Middle Ages reúne 15 manuscritos medievais do Getty com obras de Harmonia Rosales, explorando a criação bíblica e questionando representações de gênero.
  • Robert Therrien: This is a Story está no Broad, apresentando esculturas gigantes e conjuntos de louças que exploram objetos do cotidiano em tamanho monumental.
  • Bruce Conner / Recording Angel fica no Marciano Art Foundation, exibindo sete filmes experimentais em quatro telas, mapeando a trajetória criativa do artista desde 1958 até 2006.

Na véspera de Frieze Los Angeles, o circuito de exposições da região apresenta uma agenda extensa com novidades e retrospectivas. O foco principal inclui projetos de Judith Baca, a mostra Monuments no MOCA e Brick, além de uma intervenção pop-up da Julia Stoschek Foundation no Getty. A programação investiga memória, resistência e storytelling através de obras de várias gerações.

A mostra de Judith F. Baca, The Great Wall of Los Angeles, avança com mais uma etapa, ampliando painéis de 12 pés de altura para revelar a história social e pública da cidade. O projeto, conduzido pela SPARC, destaca movimentos de solidariedade dos anos 1970 e a participação de comunidades historicamente marginalizadas. A curadoria pretende ampliar a presença de grupos majoritários na arte pública.

Monuments, em cartaz até 3 de maio no The Geffen Contemporary at MOCA, revela a primeira grande mostra norte-americana da Julia Stoschek Foundation dedicada a obras de vídeo ao longo do tempo. A curadoria de Udo Kittelmann reúne 45 trabalhos que vão do cinema histórico de Georges Méliès a peças contemporâneas de Doug Aitken e Arthur Jafa, compondo uma visão crítica sobre mídia e memória.

No Broad, Robert Therrien: This is a Story reapresenta esculturas gigantes de objetos do cotidiano, destacando a pesquisa de um dos nomes marcantes da cena californiana. A exposição oferece séries de peças que exploram escala, percepção e relação do público com o espaço expositivo, em diálogo com a produção histórica da instituição.

Bruce Conner / Recording Angel, no Marciano Art Foundation, apresenta sete filmes experimentais em sala de teatro, exibidos em quatro telas. A mostra traça a trajetória do artista desde 1958 até 2006, reunindo obras que unem montagem, found footage e referências culturais para apontar críticas a sociedades contemporâneas.

Mythical Creatures: The Stories We Carry, em Caroline no USC Pacific Asia Museum, reúne cerca de 100 objetos da coleção da instituição associados a mais de 20 artistas contemporâneos. A curadoria de Dave Young Kim foca em criaturas míticas e narrativas históricas de 5 mil anos de arte asiática e sua diáspora, com ambientes imersivos que conectam passado e presente.

No OCMA, Sophie Calle: Overshare marca a primeira grande retrospectiva norte-americana da artista francesa. A mostra reúne obras desde os anos 1970 até hoje, explorando os limites entre fato e ficção, público e privado, por meio de instalações e series documentais. A curadoria contou com apoio do Walker Art Center.

Tavares Strachan: The Day Tomorrow Began fica em exibição no LACMA. A mostra apresenta uma leitura sobre tempo, espaço e materialidade, com obras que dialogam com as tradições da arte conceitual e a investigação de percepções sensoriais.

Bruce Conner / Recording Angel e outras exposições prometem ampliar o diálogo entre história, cinema, performance e escultura, conectando a energia de Frieze LA a uma leitura crítica sobre o significado da imagem na sociedade contemporânea. As propostas variam entre memória coletiva, heritage e a desmontagem de narrativas oficiais, oferecendo um panorama diverso e atual.

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