- A 61ª edição da Bienal de Veneza abre em 9 de maio de 2026 e vai até 22 de novembro, seguindo o plano curatorial de Koyo Kouoh.
- Entre os pavilhões anunciados, destacam-se Austrália, com Khaled Sabsabi, e Áustria, com Florentina Holzinger, ambos no Giardini.
- Outros países já divulgaram seus representantes: Bahamas (Lavar Munroe e John Beadle), Bélgica (Miet Warlop), Brasil (Rosana Paulino e Adriana Varejão) e Canadá (Abbas Akhavan).
- Índia disponibilizará cinco artistas: Alwar Balasubramaniam (Bala), Sumakshi Singh, Ranjani Shettar, Asim Waqif e Skarma Sonam Tashi; Irlanda será representada por Isabel Nolan.
- Os espaços de exibição incluem Giardini e Arsenale, com trabalhos de várias nações anunciadas até o momento.
A 61ª edição da Venice Biennale, a mais tradicional feira de arte do mundo, está programada para abrir em 9 de maio de 2026 e se estender até 22 de novembro. A exposição principal seguirá o plano curatorial da falecida Koyo Kouoh, anunciada para orientar as escolhas nacionais e temáticas. Países de diferentes continentes já confirmaram os artistas que representarão suas nações nos pavilões oficiais.
Entre as participações já divulgadas, destacam-se propostas de artistas de renome, vindos de diversas regiões. No Giardini e no Arsenale, os pavilões nacionais apresentam intercâmbios entre práticas contemporâneas, com foco em projetos autorais e colaboração institucional. As seleções envolvem instituições públicas e privadas, além de organizações culturais, governamentais e fundações.
Nações confirmadas e seus nomes apresentados até o momento incluem: Austrália, com o artista Khaled Sabsabi; Áustria, representada por Florentina Holzinger; Bahamas, com Lavar Munroe e John Beadle; Bélgica, por Miet Warlop; Brasil, com Rosana Paulino e Adriana Varejão; Canadá, representado por Abbas Akhavan; Índia, com uma equipe de cinco artistas; Irlanda, com Isabel Nolan. Outros países ainda não divulgaram suas listas com a mesma rapidez.
Austrália e Canadá
Khaled Sabsabi figura entre os artistas australianos, com a coordenação de Michael Dagostino e Creative Australia, apresentando a proposta da África do Sul? Em paralelo, Abbas Akhavan assume a participação canadense, com a curadoria de Kim Nguyen e apoio da National Gallery of Canada. As mostras devem se realizar no Giardini.
Bahamas, Bélgica e Brasil
Na Bahamas, a dupla Lavar Munroe e John Beadle integra o pavilhão, sob coordenação de Krista Thompson, com exibição no Centro Cultural Don Orione Artigianelli, na Dorsoduro. Miet Warlop representa a Bélgica no Giardini, em uma apresentação que mescla performances e linguagens visuais. Já o Brasil leva Rosana Paulino e Adriana Varejão ao Giardini, com organização da Fundação Bienal de São Paulo, do Ministério das Relações Exteriores e do Ministério da Cultura.
Índia e Irlanda
A Índia apresenta cinco artistas: Alwar Balasubramaniam (Bala), Sumakshi Singh, Ranjani Shettar, Asim Waqif e Skarma Sonam Tashi, com a curadoria de Amin Jaffer e apoio do Ministério da Cultura. Ireland traz Isabel Nolan ao Arsenale, em parceria com Douglas Hyde Gallery, Culture Ireland e Arts Council Ireland.
Observações
A organização global da Biennale mantém o foco na diversidade de propostas e na cooperação entre instituições nacionais e coleções públicas. As informações sobre as equipes de cada pavilhão continuam a ser atualizadas conforme novos anúncios forem feitos. O portal mantém a cobertura para acompanhar os desdobramentos da edição 2026, programada para ocorrer ao longo de vários espaços de Veneza.
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