- O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, exigiu que o general Randy George, chefe do Estado-M Major do Exército, apresente renúncia e vá para a reserva com efeito imediato.
- A saída ocorre em meio a desacordos sobre a direção do Exército e enquanto os EUA estão envolvidos na guerra contra o Irã.
- George foi nomeado em 2023 pelo presidente Joe Biden e confirmado pelo Senado; o cargo fica com o general Christopher LaNeve, atual número dois do Estado-Major do Exército.
- LaNeve, ex-assessor de Hegseth e ex-comandante da 82.ª Divisão Aerotransportada, foi designado para chefiar o Estado-Major do Exército pelo secretário de Defesa no mês passado.
- A demissão de George se soma a uma série de mudanças de altos mandos promovidas por Hegseth, incluindo substituições de oficiais ligados a políticas de diversidade e avaliação de mérito.
O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, exigiu a renúncia imediata do chefe do Estado-Major do Exército, general Randy George, que deverá se transferir para a reserva. A ideia de saída ocorre em meio a divergências sobre o papel do Exército.
George, nomeado em 2023 durante o governo Biden, deixa o posto de 41º JEME. Já assume interinamente o número dois, general Christopher LaNeve, antigo assessor de Hegseth e ex-comandante da 82.ª Divisão Aerotransportada.
Segundo o Pentágono, LaNeve é visto como líder com experiência operacional e apto a executar a visão da Administração. O anúncio confirma a saída com efeito imediato do alto comando do Exército.
Quem sai e quem assume
LaNeve substitui George, mantendo a linha de comando até novo anúncio. O afastamento ocorre após uma sequência de tensões entre o Departamento de Defesa e mandos militares profissionais.
Contexto da reforma
George havia sido assessor militar de Lloyd Austin entre 2021 e 2022. A troca de comandantes acontece em meio a mudanças de políticas de diversidade que, segundo análises, geraram controvérsia interna.
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