- Binance lidera o ranking de reservas de exchanges em janeiro de 2026, com cerca de US$ 155,64 bilhões, segundo a CoinMarketCap.
- OKX ficou em segundo lugar, com aproximadamente US$ 31,29 bilhões; Bybit ficou em terceiro, com cerca de US$ 14,17 bilhões.
- Outras plataformas no ranking incluíram Gate (US$ 7,86 bilhões), HTX (US$ 6,92 bilhões), Bitget (US$ 5,33 bilhões), MEXC (US$ 2,97 bilhões) e KuCoin (US$ 2,16 bilhões).
- A composição das reservas da Binance mostra predomínio de stablecoins (US$ 47,47 bilhões, 30,5%) e ativos ligados a Bitcoin (US$ 49,84 bilhões, 32,03%).
- Além disso, a Binance reportou US$ 34,20 bilhões em tokens pertencentes à própria bolsa, US$ 14,16 bilhões em outros altcoins e quase US$ 10 bilhões em ativos relacionados ao ETH.
O Binance liderou o ranking de reservas de exchanges em janeiro de 2026, com um total estimado de US$ 155,64 bilhões, conforme o CoinMarketCap. A posição confirma a exchange como maior fornecedor de liquidez no mercado global de criptomoedas.
OKX ficou em segundo lugar, com reservas totais de cerca de US$ 31,29 bilhões, seguida pela Bybit, com aproximadamente US$ 14,17 bilhões. Gate, HTX, Bitget, MEXC e KuCoin completam o top 8, respectivamente.
A estrutura de reservas mostra forte concentração em ativos estáveis e em Bitcoin. Aproximadamente US$ 47,47 bilhões estão em stablecoins (30,5% do total). Ativos vinculados ao Bitcoin somam US$ 49,84 bilhões (32,03%).
Além disso, a Binance informou US$ 34,20 bilhões em tokens próprios da exchange (em grande parte BNB), cerca de US$ 14,16 bilhões em outras altcoins e quase US$ 10 bilhões em ativos ligados ao ETH. Observa-se peso relevante de stablecoins na composição.
O estudo aponta variações na alocação de reservas entre as plataformas. OKX acumula US$ 12,49 bilhões em stablecoins e mais de US$ 10,4 bilhões em ativos ligados ao Bitcoin. Já a Bybit mostra maior peso de stablecoins e BTC.
Segundo a CoinMarketCap, as informações de proof-of-reserve refletem o tamanho e a confiança de cada exchange. A divulgação de reservas é vista como critério de transparência no cenário pós-2022.
Entre na conversa da comunidade