- Em Miami, o ministro do Esporte, Paulo Henrique Cordeiro, afirmou que a Copa do Mundo Feminina de 2027 poderá deixar um legado duradouro para o futebol feminino no Brasil.
- O governo planeja ações simbólicas no Brasil para marcar um ano para o Mundial, como iluminação verde e amarela do Cristo Redentor e do Maracanã, além de murais em oito cidades-sede.
- A Lei nº 15.421, sancionada pelo presidente, cria a Força-Tarefa Nacional de Segurança da Copa e regula venda de ingressos, proteção de marcas, direitos comerciais e segurança pública.
- O marco regulatório prevê ações de promoção da igualdade de gênero, valorização profissional das mulheres e premiação de R$ 500 mil a pioneiras da seleção brasileira feminina.
- Entre as iniciativas futuras estão a criação da Universidade Federal do Esporte, a ampliação do Arena Brasil para 500 municípios vulneráveis e o reajuste do Bolsa Atleta, com foco em ampliar investimento privado a partir de 2028.
A menos de um ano da Copa do Mundo Feminina de 2027, o Brasil visa um legado histórico para o futebol. Em Miami, o ministro do Esporte, Paulo Henrique Cordeiro, concedeu entrevista a Mauro Naves, da N Sports e do SBT, destacando ações para o Mundial.
Segundo o ministro, o torneio representa uma oportunidade para acelerar o desenvolvimento do futebol feminino no Brasil, gerando impacto duradouro para atletas e torcedores. A entrevista será exibida no Giro Copa e no Balanço da Copa.
Como parte das ações, o governo planeja celebrações simbólicas no Brasil, incluindo iluminação do Cristo Redentor e do Maracanã em verde e amarelo, além de murais artísticos em oito cidades-sede: Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio, Salvador e São Paulo.
Medidas regulatórias e legado
A Lei nº 15.421, sancionada pelo presidente Lula, regula ingressos, marcas, direitos comerciais e segurança. Dentre os pontos está a criação da Força-Tarefa Nacional de Segurança da Copa (FT-Copa), reunindo governo, estados, municípios e PF.
O marco também prevê promoção da igualdade de gênero, combate à discriminação e valorização das mulheres no esporte. Homenagens às pioneiras da seleção brasileira de 1988 e 1991 devem render premiação de R$ 500 mil.
Outras iniciativas incluem a criação da Universidade Federal do Esporte, a expansão do Arena Brasil para 500 municípios vulneráveis e o reajuste do Bolsa Atleta, que beneficia mais de 11 mil esportistas.
A pauta envolve ainda o programa TEAtivo, para inclusão de pessoas autistas via esporte, e a transformação da Lei de Incentivo ao Esporte em política pública permanente, ampliando investimentos privados a partir de 2028.
Expectativas e impactos
A equipe governamental projeta que o Mundial impulsione o futebol feminino brasileiro e traga ganhos econômicos, turísticos e de visibilidade internacional, mantendo foco em sustentabilidade e equidade ao longo da preparação.
O governo aponta que o torneio pode inaugurar um novo capítulo para o esporte no país, com ações de longo prazo para o desenvolvimento das atletas e da indústria criativa associada ao evento.
Onde assistir A Copa que o Brasil quer ver
- SBT, TV aberta (varia por estado) e SBT+
- N Sports, TV por assinatura (CLARO TV 566, VIVO TV 567, SKY+, ZAPPING 24, OI TV 171)
Continue acompanhando as informações oficiais para entender o andamento das ações e os desdobramentos da preparação para a Copa do Mundo Feminina de 2027.
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