- Jon Rahm lidera em 2026, com US$ 111 milhões (US$ 101 milhões em campo e US$ 10 milhões fora dele); seu ganho total em três anos na LIV passa de US$ 400 milhões, e o contrato com a liga vale pelo menos US$ 300 milhões.
- O conjunto dos dez golfistas mais bem pagos somou US$ 536 milhões, queda de 12% frente a 2025 e 29% frente ao recorde de 2023.
- A LIV perde fôlego de financiamento externo após o fim do suporte público da Arábia Saudita; Dustin Johnson e Phil Mickelson deixaram a lista, enquanto Bryson DeChambeau e Joaquin Niemann aparecem no top 10.
- Entre os cascos duros do PGA Tour, Scottie Scheffler ficou em US$ 79 milhões (US$ 49 milhões em campo, US$ 30 milhões fora) e Rory McIlroy em US$ 77 milhões (US$ 27 milhões em campo, US$ 50 milhões fora).
- O panorama inclui mudanças do PGA Tour, como aumento de bolsas, programa de participação acionária para jogadores e possibilities de duas divisões, além de estratégias para reter talentos e lidar com a presença da LIV.
Jon Rahm lidera a lista dos golfistas mais bem pagos do mundo em 2026, com ganhos estimados em US$ 111 milhões no último ano. A maior parte veio de contratos com a LIV Golf, além de premiações e ações de marcas, em meio a um cenário de incerteza sobre a continuidade do circuito.
A leva de ganhos acompanha a queda global da arrecadação dos top ten, em comparação com 2025 e com o recorde de 2023. Dustin Johnson e Phil Mickelson deixaram a lista, enquanto Bryson DeChambeau e Joaquin Niemann aparecem entre os representantes da LIV. O panorama de patrocínios também se manteve estável para nomes de peso.
A LIV encara dúvidas sobre financiamento externo após a temporada e a possibilidade de continuidade além de 2026. Enquanto isso, os atletas seguem ajustando calendários, contratos e estratégias de participação, com o PGA Tour buscando novas formas de manter competitividade e atração de grandes nomes.
O Ranking
Jon Rahm aparece em primeiro lugar, com US$ 111 milhões somados no período. Dentre os ganhos, US$ 101 milhões ocorreram em campo, mais US$ 10 milhões fora dele, por meio de patrocínios e licenciamentos. Rahm venceu duas vezes nesta temporada.
Em segundo, Scottie Scheffler soma US$ 79 milhões, com US$ 49 milhões em campo e US$ 30 milhões fora dele. Scheffler lidera o ranking mundial há anos e conquistou o British Open recentemente, ampliando seus saldos.
Rory McIlroy entra em terceiro, com US$ 77 milhões totais. Ganhos em campo chegam a US$ 27 milhões, e fora de campo, US$ 50 milhões. McIlroy faturou o Masters pela segunda vez, mantendo forte presença no esporte.
Bryson DeChambeau fica em quarto com US$ 52 milhões. Em campo, US$ 42 milhões, fora dele US$ 10 milhões, impulsionados pela projeção de popularidade online e contratos de patrocínio.
Tiger Woods aparece em quinto, com US$ 46 milhões. Ganhos em campo somam US$ 1 milhão; fora, US$ 45 milhões, apoiados por contratos de negócios e pela participação na liga TGL.
Tommy Fleetwood fica em sexto, com US$ 36 milhões. Em campo, US$ 27 milhões; fora, US$ 9 milhões, impulsionados por vitórias recentes e patrocínios internacionais.
Hideki Matsuyama e Joaquin Niemann aparecem em empate no sétimo lugar, com US$ 34 milhões cada. Matsuyama soma US$ 9 milhões dentro de campo e US$ 25 milhões fora; Niemann tem US$ 32 milhões de ganhos em campo e US$ 2 milhões fora.
Xander Schauffele aparece em nono, com US$ 34 milhões no total, com US$ 14 milhões dentro de campo e US$ 20 milhões fora. Collin Morikawa fecha o top 10, com US$ 33 milhões, repartidos entre US$ 15 milhões em campo e US$ 18 milhões fora.
A variação do ranking reflete a consolidação de patrocínios no PGA Tour, a readequação de bolsas de premiação e a presença reduzida de estrelas da LIV. O equilíbrio entre as ligas segue como tema central para o próximo ciclo.
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