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Bortoleto defende GP de Mônaco e diz que brasileiro não odeia o circuito

Bortoleto diz que não há como odiar Mônaco para brasileiro; mira top‑10 e revela desafios do chassi na pista de baixa velocidade

Gabriel Bortoleto durante dia de mídias no GP de Mônaco da F1 em 2026 — Foto: Rudy Carezzevoli/Getty Images
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  • Gabriel Bortoleto, piloto da Audi, disse que não tem como odiar Mônaco para quem é brasileiro, citando Ayrton Senna e o sonho de competir na linha de frente da Fórmula 1.
  • Ele reconhece que a corrida pode ter poucas ultrapassagens, mas destaca a classificação e o traçado desafiador como parte do encanto do circuito.
  • A Audi enfrenta dificuldades de dirigibilidade do carro com o novo regulamento, especialmente na redução de marcha, e vai levar melhorias para a prova em Mônaco.
  • Bortoleto espera terminar entre os dez primeiros, com posição realista entre 11º e 13º, e planeja boa classificação, boa largada e pressão pela pontuação.
  • Ele mostra expectativa de o GP ser mais movimentado por conta das regras de ultrapassagem e da diferença de velocidade no túnel; a TV Globo e o SporTV transmitem a corrida neste domingo, às 10h.

O GP de Mônaco, disputado neste final de semana nas ruas de Monte Carlo, é o mais tradicional do calendário da F1 e divide fãs e pilotos pelo encanto do circuitos e pela baixa margem de ultrapassagens. Gabriel Bortoleto, piloto da Audi, enfatizou em entrevista ao ge.globo que não há como odiar a pista para quem tem raízes brasileiras.

Segundo o jovem piloto, é impossível não admirar Mônaco, lembrando o legado de Ayrton Senna, seis vezes vencedor na pista. Bortoleto disse ter sonhado desde criança em competir aqui e que estar na F1 neste circuito é a realização de um sonho.

Apesar do charme, ele reconhece que a prova pode ser pouco movimentada pela dificuldade de ultrapassagem. Ainda assim, reforçou que a classificação, o traçado desafiador e a história do GP mantêm a relevância do evento.

Além do apelo histórico, a Audi aposta no desempenho de seu chassi, considerado bom pelo time, embora haja limitações de dirigibilidade e de gerenciamento de marchas. A equipe trabalha para mitigar esses defeitos durante a corrida.

Binotto, chefe de equipe da Audi, mencionou que o carro enfrenta dificuldades que afetam a performance, especialmente na redução e nas mudanças de marcha. A meta é apresentar melhorias específicas para Mônaco.

O objetivo de Bortoleto e da Audi é alcançar o top-10 na prova. O brasileiro marcou os primeiros pontos da história da equipe na corrida de estreia, na Austrália, com a nona posição, e tenta manter a regularidade.

Para este fim de semana, o piloto projeta briga pelos pontos, mesmo com cenário realista apontando entre 11º e 13º lugar no grid. Em Mônaco, a classificação costuma determinar grande parte da posição final.

Com a adoção de novos regulamentos, o GP de Mônaco pode se tornar mais movimentado do que nos anos recentes, segundo Bortoleto. Ele citou a possibilidade de diferenças de velocidade no túnel e a relevância do modo de ultrapassagem entre carros próximos.

O brasileiro ressaltou que a pista de baixa velocidade exige menos consumo de energia, o que pode favorecer uma corrida mais agressiva em termos de ultrapassagens. A prova de Mônaco tem largada marcada para as 10h, com transmissão da TV Globo e do SporTV.

Todas as informações sobre o GP de Mônaco de Fórmula 1 2026 são apuradas para oferecer apuração objetiva, com foco em o que aconteceu, quem está envolvido, quando, onde e por quê.

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